O Portugal 2030 foi desenhado com uma promessa: apostar mais na simplificação, o que se traduz numa maior aposta na utilização de custos simplificados.
A metodologia não é nova e foi aplicada no passado às mais diversas tipologias de concursos — da ciência, à assistência técnica, passando pela formação profissional, aos cursos profissionais, de aprendizagem ou aos estágios profissionais: custos unitários, taxa fixa, montantes fixos. Mas agora ganhou uma nova abrangência. No mais recente quadro comunitário determina-se que, em todos os concursos nacionais de I&D Empresarial — nas tipologias de operação “Projetos de I&DT”, nas modalidades individual e copromoção e nos “Programas Mobilizadores” —, os custos elegíveis serão calculados de forma simplificada.
E como é feito este cálculo? Os custos totais elegíveis do projeto — como encargos com pessoal técnico, matérias primas e materiais consumíveis, aquisição de serviços a terceiros, aquisição de instrumentos e…
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