Decretos-lei com estas reformas têm de ter data anterior a 31 de agosto. Se Portugal falhar a data tem "alguns dias" para provar a Bruxelas o cumprimento, alerta Fernando Alfaiate.
Pulido Valente vai deixar a direção do instituto público cujo funcionamento será assegurado para já pelo restante conselho de diretivo: Nuno Gonçalves (vice-presidente), Paulo Mauritti e Carla Santos.
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Exclusivo CIP pressiona UE a rever critério de PME