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Empresa convocou uma assembleia geral extraordinária para dia 18 de dezembro. A operação proposta servirá para reforço dos capitais próprios e não implica alterações de posição dos acionistas.

Em causa estão cláusulas do contrato entre Cofina e Prisa que estabelecem que a empresa de Paulo Fernandes tem de ser consultada sobre decisões de gestão, apesar de o negócio não estar fechado.