Um estatuto editorial é um compromisso com os leitores e com a sociedade, é um ato de transparência, é um guia que orienta o nosso trabalho. Depois, a cada momento, a cada notícia, a cada entrevista ou reportagem, a cada vídeo, no site ou numa qualquer rede social, seremos fiéis seguidores e os maiores defensores. Num tempo em que há mais informação pública do que nunca, justifica-se mais um projeto de comunicação social? Sem dúvida. Exatamente porque há tanta informação, é necessário uma depuração, separar o que interessa do que é dispensável.
O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes. O ECO é contra um Estado que olha para as empresas e cidadãos como ‘culpados’ até prova em contrário. Num novo mundo digital, estaremos mais próximos de todos os leitores, também na linguagem, mais coloquial sem perder o rigor e a credibilidade. Nos novos espaços mediáticos. O ECO estará onde estiverem os leitores e será também escrito por eles.
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Informação de valor acrescentado
O ECO é uma marca de informação digital especializada no jornalismo económico, financeiro e empresarial, e tem como objetivo contribuir para uma sociedade informada, condição essencial para a criação de riqueza e para o reforço da coesão social do país.
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O ECO é independente de todos os poderes, está exclusivamente ao serviço dos leitores, este é o maior dos compromissos, e publica informação isenta e relevante para a tomada de decisões individuais e empresariais. Sempre no cumprimento das normas legais, éticas e deontológicas do jornalismo. O ECO defende o Estado de Direito, a liberdade individual, a economia de mercado e a concorrência, e procura a verdade da informação com base nos factos.
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O ECO defende a iniciativa privada, única forma de garantir, no longo prazo, a prosperidade e o bem-estar dos cidadãos, e uma classe empresarial que desempenhe as suas funções na sociedade no cumprimento das leis e da ética. O ECO tem uma visão económica e política do país e do mundo e quer ser a fonte de informação dos decisores, de empresários e gestores, de empreendedores, de investidores institucionais e particulares, dos atuais e futuros trabalhadores. O ECO tem opinião e assume posições sobre os temas que impactam a atividade económica e empresarial, o investimento e a criação de emprego.
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O ECO exige que as políticas públicas sirvam o crescimento económico e a criação de emprego e considera que o Estado tem como principal função promover a igualdade de oportunidades e garantir que os mais desfavorecidos têm condições para beneficiar de mobilidade social. O ECO apoia uma sociedade livre das influências das corporações, dos grupos de interesse instalados, que vivem à custa dos contribuintes e à mesa do Orçamento do Estado, e rejeita uma sociedade condicionada e limitada na sua liberdade. O ECO rejeita um Estado que usa os impostos e a lei para impor um modelo de desenvolvimento económico feito ‘à medida’ dos políticos e dos interesses, que estrangula as opções e as iniciativas de cidadãos e empresas.
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O ECO usa uma linguagem rigorosa e, ao mesmo tempo, próxima dos leitores, com o objetivo de alargar audiências e criar comunidades que, elas próprias, contribuam de forma ativa para um jornalismo mais exigente, sem ceder ao sensacionalismo e populismo. Os leitores não são apenas recetores de notícias, participam no seu desenvolvimento, são uma fonte permanente de exigência que baliza as opções editoriais. Simplesmente porque os leitores são a razão de ser de um meio de comunicação social. Para isso, o ECO disponibiliza informação online com base numa plataforma tecnológica que permite uma experiência de uso diferenciadora, multimédia e em ‘real time’, com uma prioridade ao ‘mobile ‘first’, para servir os leitores de forma permanente e sempre que necessário.
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A inteligência artificial representa uma transformação estrutural no jornalismo. No ECO, não a tratamos como uma ameaça nem como um atalho. Tratamo-la como uma ferramenta de amplificação da nossa missão: produzir jornalismo económico rigoroso, independente e relevante para quem decide. A nossa posição é clara. A inteligência artificial não substitui jornalistas. Aumenta a sua capacidade. A IA permite-nos trabalhar com mais dados, mais fontes e mais velocidade. Ajuda a identificar padrões em grandes volumes de informação, a analisar relatórios financeiros complexos, a sistematizar dados públicos e a acelerar processos operacionais. Mas não decide o que é notícia, não estabelece hierarquias editoriais, não valida factos e não assume responsabilidade pelo que é publicado. Essas funções são, e permanecerão, exclusivamente humanas.
No ECO, a IA é utilizada como ferramenta de apoio em várias dimensões do processo editorial: análise preliminar de documentos extensos, como relatórios e contas ou diplomas legais; identificação de tendências e padrões em bases de dados económicas e financeiras; apoio à investigação e organização de informação; sugestão de títulos, estruturas e formatos editoriais; automatização de tarefas operacionais que não acrescentam valor editorial direto.
Em todos os casos, o trabalho produzido com recurso a IA é sempre revisto, validado e assumido por um jornalista ou editor.
A transparência é um princípio essencial. Sempre que a utilização de inteligência artificial tiver um impacto material no conteúdo publicado, esse uso deve ser claro para o leitor. A confiança constrói-se com clareza sobre métodos, fontes e processos.
Recusamos dois desvios que empobrecem o jornalismo: o uso da IA como substituto da verificação factual; e a delegação da responsabilidade editorial em sistemas automatizados.
A inteligência artificial pode errar, enviesar e simplificar em excesso. O jornalismo existe precisamente para contrariar esses riscos, através de escrutínio, contexto e responsabilidade.
O compromisso do ECO é utilizar a IA para reforçar o rigor, não para o diluir. Para aprofundar a análise, não para a simplificar. Para servir melhor os leitores, não para os substituir.