O primeiro-ministro afirma que a regionalização não vai ser tratada nesta legislatura, porque "o tempo é inadequado e inoportuno" e é preciso "aprofundar a descentralização em curso".
A associação nacional de municípios defendeu a "urgente e inadiável" aprovação da nova Lei das Finanças Locais, considerando que o atual modelo está ultrapassado e limita a autonomia das autarquias