O IMT e IS, cobrados nas transações imobiliárias, têm rendido muito dinheiro ao Estado. Entraram quase 17 mil milhões de euros nos cofres públicos em dez anos, puxando pelas finanças das autarquias.
Co-CEO diz ao ECO que tombo de 10,8% nas ações revela pesar dos investidores sobre falha de acordo com a Moeve. Mas há outros fatores que pesaram, explica: as eleições no Brasil e o preço do Brent.
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