Três anos sem distribuir dividendos e uma provisão que encolheu para menos de metade do valor máximo. As contas de 2025 do Banco de Portugal revelam estragos silenciosos da era dos juros elevados.
Três anos sem distribuir dividendos e uma provisão que encolheu para menos de metade do valor máximo. As contas de 2025 do Banco de Portugal revelam estragos silenciosos da era dos juros elevados.
O supervisor bancário vai avançar com uma revisão das medidas macroprudenciais para contrabalançar o reforço de 750 milhões da garantia pública. A subida da “taxa de stress” está em cima da mesa.
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