Opiniões

Vitor Cunha

O estranho caso do poste elétrico

Não há muito mais a acrescentar sobre o estranho caso do jurista que confunde fatura com recibo. Neste sentido a viagem foi em vão. Mas teve outras utilidades não negligenciáveis.

António Mendes

Nunca se consumiu tanto áudio. Importa medi-lo bem

Nenhum sistema de medição será perfeito. Nem precisa de o ser. Precisa, isso sim, de ser suficientemente robusto para que ninguém duvide da sua legitimidade e transparente para que todos confiem.

Nuno Antunes

Os concurseiros

Os concursos não vão desaparecer. Nem devem.O problema começa quando se confundem concursos com trabalho gratuito, acreditando-se que a criatividade não tem custo porque o produto final não existe.

Alexandre Montenegro

O enquadramento morreu. E quase ninguém deu por isso

Hoje filmamos uma imagem inteira para utilizar apenas o seu centro. As margens deixaram de ser um espaço de expressão criativa para passarem a ser uma espécie de seguro contra o futuro crop.

Afonso Azevedo Neves

Importa-se de chorar um bocadinho

Quem pensa que pode liderar sem comunicar com honestidade está fatalmente enganado. E pagará o preço em público.

Rita Amzalak

E se desaparecesse uma geração inteira das redes sociais?

As marcas que dependem de plataformas tornam-se mais vulneráveis, enquanto aquelas que escutam e compreendem pessoas tornam-se indispensáveis. Foi sempre sobre atenção, contexto e ligação.

Miguel Guerra

Para lá do match point

O Millennium Estoril Open não é um caso à parte por magia, nem sequer por ter ténis. É um caso à parte porque trata a hospitalidade como estratégia e não como logística.

Andreia Vaz

Quanto mais artificial o mundo, mais procuramos significado

Durante demasiado tempo falámos de marcas como ativos, notoriedade, diferenciação ou performance. Tudo isso continua a ser importante. Mas talvez nos tenhamos esquecido da sua função mais antiga.

José Pedro Marques da Silva

As marcas não voltam ao neutro

Mesmo quando o compromisso inicial foi verdadeiro, o recuo pode levar o público a reinterpretá-lo como oportunismo. E a reputação não tem tecla de apagar.

Marlene Gaspar

Trust me, I know what I’m doing

Talvez o novo “Trust me, I know what I’m doing” tenha mudado de significado, passando a querer dizer: “Confia. Há alguém nesta equipa que sabe."

Maria Domingas Carvalhosa

O Lobbying entra em vigor dia 27

As boas reformas institucionais não se medem pela perfeição do primeiro diploma. Medem-se pela capacidade de criar um sistema que funciona, aprende, evolui e reforça a confiança dos cidadãos.

Rosália Amorim

Uma marca chamada Jesus

Jorge Jesus pode gerar controvérsia, mas raramente passa despercebido. E, em liderança, a indiferença costuma ser mais perigosa do que a polémica.