Opiniões

Vitor Cunha

Quem tem medo do lobo mau?

Podemos vir a ser substituídos por máquinas, mas o grande exercício é impedirmos que a função também morra no turbilhão da mudança.

Maria Domingas Carvalhosa

A criatividade é essencial, mas deixou de ser suficiente

Uma ideia só é boa se fizer alguma coisa acontecer. Tudo o resto é entretenimento. E, sendo claros, os clientes não contratam entretenimento. Contratam resultados.

João Francisco Ferreira

O dever de comunicar sustentabilidade com verdade

Quando a narrativa se distancia da realidade, não é apenas a reputação da marca que é colocada em causa, é também a credibilidade do próprio conceito de sustentabilidade que se fragiliza.

Vanessa Rolim

Entre o sintoma e o diagnóstico, ainda falha a comunicação

Falar de saúde de forma acessível e responsável não é um detalhe. É uma condição para que mais pessoas reconheçam sinais de alerta, valorizem sintomas e procurem ajuda atempadamente.

Solange Farinha

As crianças no retalho

Trabalhar marcas no universo infantil é aceitar jogar o jogo longo. É compreender que nem tudo o que conta pode ser medido no trimestre seguinte.

Maria Domingas Carvalhosa

A IA tornou evidentes as agências que não são indispensáveis

Quando todos conseguem produzir mais, mais depressa e mais barato, o único ativo que permanece escasso é a inteligência aplicada, aquela que transforma informação em decisão e comunicação em impacto.

Ricardo Carvalho

Alegoria da Caverna 2.0

Esses algoritmos, alimentados por machine learning, aprendem rapidamente que medo, raiva e ódio geram mais envolvimento do que moderação ou nuance. A virtude está no meio, mas não gera cliques.

José Luís Ramos Pinheiro

Sempre rádio, mas nunca igual

Bem podem protestar alguns ‘Velhos do Restelo’, mas os nossos mercados devem modernizar-se com padrões de medição já consolidados internacionalmente.

Andreia Vaz

Inovação em marketing é uma tensão cultural, não tecnológica

A próxima vaga de inovação em marketing não pertencerá às marcas mais rápidas. Pertencerá às marcas culturalmente mais inteligentes.

Rosália Amorim

Tecnologia, propósito e geopolítica, o trio virtuoso

As campanhas globais têm o seu valor, mas tendem a dar lugar a narrativas mais locais, culturalmente sensíveis e alinhadas com a realidade de cada país.

Rui Borges

O anúncio era giro, mas de quem era mesmo?

Em Portugal, duas em cada três pessoas que se lembram de ter visto um anúncio não sabem de quem é ou acham que é de outra marca.

Pedro Pimentel

Quando o consumo começa a falar outras línguas

O mercado português já não é apenas o mercado de “dez milhões de portugueses”. É um mercado mais plural, culturalmente mais diverso e economicamente mais dinâmico.