Opinião +M

Ricardo Carvalho

Alegoria da Caverna 2.0

Esses algoritmos, alimentados por machine learning, aprendem rapidamente que medo, raiva e ódio geram mais envolvimento do que moderação ou nuance. A virtude está no meio, mas não gera cliques.

José Luís Ramos Pinheiro

Sempre rádio, mas nunca igual

Bem podem protestar alguns ‘Velhos do Restelo’, mas os nossos mercados devem modernizar-se com padrões de medição já consolidados internacionalmente.

Andreia Vaz

Inovação em marketing é uma tensão cultural, não tecnológica

A próxima vaga de inovação em marketing não pertencerá às marcas mais rápidas. Pertencerá às marcas culturalmente mais inteligentes.

Rosália Amorim

Tecnologia, propósito e geopolítica, o trio virtuoso

As campanhas globais têm o seu valor, mas tendem a dar lugar a narrativas mais locais, culturalmente sensíveis e alinhadas com a realidade de cada país.

Rui Borges

O anúncio era giro, mas de quem era mesmo?

Em Portugal, duas em cada três pessoas que se lembram de ter visto um anúncio não sabem de quem é ou acham que é de outra marca.

Pedro Pimentel

Quando o consumo começa a falar outras línguas

O mercado português já não é apenas o mercado de “dez milhões de portugueses”. É um mercado mais plural, culturalmente mais diverso e economicamente mais dinâmico.

Nuno Antunes

Muitas perguntas sobre a Guerra Fria

O Marketing, os Dados e a IA até podem não estar fadados a um casamento romântico. Creio até que pode e deve haver mais entusiasmo, tensão e adrenalina, que são elementos essenciais numa relação.

José Bourbon-Ribeiro

O prato que diz tudo

Este caso não é sobre cantinas, é sobre coerência institucional. Esse prato disse algo que nenhuma escola pode permitir que se diga: que nem todos os alunos são iguais, pelo menos à hora de almoço.

Fernando Parreira

Google Discover: de “Elevador” a “Filtro”!

Durante anos, muitos Publishers confundiram distribuição com estratégia. Confundiram alcance com audiência. E, acima de tudo, confundiram crescimento com dependência.

Marlene Gaspar

A paixão pelo aborrecimento

Talvez por isso devêssemos abrir mais espaço ao aborrecimento. Não para ficar lá muito tempo. Apenas o suficiente para deixar que algo aconteça.

Joana Franco

Criatividade no copo, responsabilidade na escolha

O futuro das bebidas espirituosas será escrito por quem compreender que o verdadeiro prazer não está apenas no copo, mas na experiência que ele desperta.

Patrícia Vinagre e Silva

Lobby: contrato social entre quem influencia e quem decide

O desafio não é pequeno, mas o ganho que esta Lei pode trazer é grande. Ao substituir “capital relacional” por “capital procedimental”, a lei melhora a decisão pública.

Lia Oliveira

O fim das marcas perfeitas

Todas as organizações falham em algum momento. O que distingue uma marca forte não é a ausência de falhas, mas a forma como reage quando elas acontecem.

Tiago Fleming

A divergência silenciosa no Marketing

Quanto mais a IA evolui, mais valioso se torna o pensamento humano estruturado e o savoir faire. A tecnologia acelera processos, não define propósito. Algoritmos produzem outputs, não constroem visão.

Sandra Vera-Cruz

Liderar num mercado pequeno exige uma grande ambição

Ser pequeno em escala não significa ser periférico. Pelo contrário, pode significar ser exigente ao ponto de moldar organizações mais resilientes, mais disciplinadas e mais inovadoras.

José Pedro Marques da Silva

As marcas não têm de escolher entre eficiência e relevância

Ser mais eficiente a amplificar uma marca indiferenciada não é progresso mas sim acelerar a própria banalização. É transformar a otimização num multiplicador de irrelevância.

Helena Laymé

A América enquanto marca: o fim da inocência?

Como em qualquer marca, os arquétipos não são estáticos. Evoluem, ou entram em crise. A marca que exportava sonhos passou a exportar incerteza.

Rosália Amorim

BTL 2026: a maior edição e um setor reconhecido

É no turismo de qualidade e de alto valor precisamos de apostar e continuar a investir. Afirmar Portugal como um destino de excelência é o caminho de sentido obrigatório.

Tony Gonçalves

A Netflix afastou-se… E agora?

A Netflix escolheu não ultrapassar uma linha vermelha. Reforço, houve disciplina de um dos lados desta história.

João Santos

Portugal dos Pequenitos

Agora que a Louis Vuitton já coloca “made in Portugal” nos seus produtos, já podemos dizer que o problema da marca Portugal está resolvido?

Vitor Cunha

Em defesa do capitalismo liberal

O harakiri dos jornais está a ser provocado e aproveitado pelas tecnológicas (já tinha sido pelas telco) e poderá provocar uma disrupção democrática semelhante a praga bíblica.

Catarina Travassos

A guerra como espetáculo

Para Trump, a comunicação não acompanha a ação política, é a ação política. A guerra, na sua narrativa, não se trava só com mísseis trava-se com frases curtas e dramatismo constante.

António Fuzeta da Ponte

As coisas mais importantes

Há músicas assim, devem estar conectadas a memórias de infância que uma vez re-ativadas, voltam logo à superfície.

José Bourbon-Ribeiro

O preço dos afetos

Aprender a não reagir ao acaso seria um primeiro sinal importante para o novo Chefe de Estado. Nem todas as polémicas merecem o comentário presidencial, e nem todo o microfone demanda uma resposta.

Francisca Seabra

“Para nós, a caixa não existe”

Num contexto em que a mudança é permanente e a imprevisibilidade é a regra, o verdadeiro risco está em repetir fórmulas que já não respondem à realidade.

Tony Gonçalves

Um olhar sobre os media em 2026

Os grandes negócios é que atraem as atenções, mas são as pequenas vitórias, que passam tantas vezes despercebidas, a transformar o setor.