Opinião +M

Tiago Fleming

A divergência silenciosa no Marketing

Quanto mais a IA evolui, mais valioso se torna o pensamento humano estruturado e o savoir faire. A tecnologia acelera processos, não define propósito. Algoritmos produzem outputs, não constroem visão.

Sandra Vera-Cruz

Liderar num mercado pequeno exige uma grande ambição

Ser pequeno em escala não significa ser periférico. Pelo contrário, pode significar ser exigente ao ponto de moldar organizações mais resilientes, mais disciplinadas e mais inovadoras.

José Pedro Marques da Silva

As marcas não têm de escolher entre eficiência e relevância

Ser mais eficiente a amplificar uma marca indiferenciada não é progresso mas sim acelerar a própria banalização. É transformar a otimização num multiplicador de irrelevância.

Helena Laymé

A América enquanto marca: o fim da inocência?

Como em qualquer marca, os arquétipos não são estáticos. Evoluem, ou entram em crise. A marca que exportava sonhos passou a exportar incerteza.

Rosália Amorim

BTL 2026: a maior edição e um setor reconhecido

É no turismo de qualidade e de alto valor precisamos de apostar e continuar a investir. Afirmar Portugal como um destino de excelência é o caminho de sentido obrigatório.

Tony Gonçalves

A Netflix afastou-se… E agora?

A Netflix escolheu não ultrapassar uma linha vermelha. Reforço, houve disciplina de um dos lados desta história.

João Santos

Portugal dos Pequenitos

Agora que a Louis Vuitton já coloca “made in Portugal” nos seus produtos, já podemos dizer que o problema da marca Portugal está resolvido?

Vitor Cunha

Em defesa do capitalismo liberal

O harakiri dos jornais está a ser provocado e aproveitado pelas tecnológicas (já tinha sido pelas telco) e poderá provocar uma disrupção democrática semelhante a praga bíblica.

Catarina Travassos

A guerra como espetáculo

Para Trump, a comunicação não acompanha a ação política, é a ação política. A guerra, na sua narrativa, não se trava só com mísseis trava-se com frases curtas e dramatismo constante.

António Fuzeta da Ponte

As coisas mais importantes

Há músicas assim, devem estar conectadas a memórias de infância que uma vez re-ativadas, voltam logo à superfície.

José Bourbon-Ribeiro

O preço dos afetos

Aprender a não reagir ao acaso seria um primeiro sinal importante para o novo Chefe de Estado. Nem todas as polémicas merecem o comentário presidencial, e nem todo o microfone demanda uma resposta.

Francisca Seabra

“Para nós, a caixa não existe”

Num contexto em que a mudança é permanente e a imprevisibilidade é a regra, o verdadeiro risco está em repetir fórmulas que já não respondem à realidade.

Tony Gonçalves

Um olhar sobre os media em 2026

Os grandes negócios é que atraem as atenções, mas são as pequenas vitórias, que passam tantas vezes despercebidas, a transformar o setor.

Pedro Pimentel

Lobby: sair da sombra, entrar na democracia

Ao retirar a representação de interesses da sombra, o legislador abre um debate mais exigente: o da transparência, da responsabilidade e da maturidade institucional.

Ricardo Pereira

Emoção, tecnologia e independência

Na essência, o objetivo continua a ser transformar informação em ideias poderosas, e ideias poderosas em emoções e resultados. Mas agora com a agilidade que a tecnologia permite.

José Godinho Marques

E quando os gigantes comem os próprios filhos adotivos?

A verdade é que quando um gigante come os próprios filhos que algures no tempo decidiu acarinhar, não os destrói. Liberta os genes para o mundo.

João Guerra

As palavras importam

Num mundo global e competitivo, o desafio, para marcas e para países, é transformar identidade em estratégia. Em última instância, as palavras importam, mas as ações importam ainda mais.

Marlene Gaspar

O silêncio faz barulho

O silêncio também exige competência. Não é instintivo nem confortável. Exige experiência, sensibilidade e coragem. Coragem para não ceder à ansiedade coletiva de dizer alguma coisa.

Diogo Beja

A rádio não é um algoritmo

A rádio é como o bicho que eu mais abomino na Terra: a barata. Tem antenas, é muito difícil de esmagar e sobrevive às maiores ameaças. A rádio sobrevive, porque se reajusta.

António Mendes

A economia da confiança tem som

A rádio é uma fábrica de consistência. Porque tem regularidade, tem humanidade e tem contexto. Quando entretém, está a criar relação. Quando informa, está a reforçar credibilidade.

Ricardo Rodrigues

Portugal tem medo do sucesso

Comunicar não é vaidade. É estratégia. As empresas que partilham o seu percurso ganham reputação, atraem talento, reforçam a confiança dos clientes e criam vantagem competitiva.

Nuno Presa Cardoso

Mais lento do que a sua própria sombra

Para os diretores de marketing, a questão não é se a IA deve ser usada. Claro que deve. A questão é quem continua a ter a coragem de introduzir o desvio humano no processo. A imperfeição.

Catarina Travassos

O Super Bowl já não reflete os EUA, legitima o mundo

No fim, a atenção é o ativo mais escasso da economia mediática. E, quando o centro cultural se desloca, o maior palco do mundo não anuncia a mudança, legitima‑a.

Edson Athayde

O Carpinteiro e o Megafone

O storytelling importa. A vitória de Seguro mostra que ainda há espaço para narrativas que não tratam o povo como uma plateia enfurecida, mas como coautor de um projeto comum.

Vitor Cunha

Breve manifesto em defesa dos boys & girls

A perseguição aos jotas afastou pessoas com talento, sem paciência para títulos insidiosos e com melhores coisas para fazer na vida.

Lia Oliveira

Comunicar num mundo ruidoso

Comunicar hoje é aceitar a complexidade. É testar, ajustar, ouvir e aprender. Num mundo ruidoso, o verdadeiro desafio não é falar mais alto, mas falar melhor.