Opinião +M

Joana Garoupa

Quando o LinkedIn mente

O LinkedIn pode “mentir” num perfil, campanhas esquecem-se, títulos passam… mas a forma como uma marca é vivida e confiada… essa, sim, fica.

Pedro Pimentel

Menos apetite, mais exigência

Os medicamentos GLP-1 estão a introduzir uma nova disciplina no consumo. Uma disciplina que penaliza a irrelevância e recompensa a utilidade, a qualidade e a intencionalidade.

Elgar Rosa

O IRS das marcas

As marcas têm espaço, meios e audiência, as IPSS têm causas urgentes e impacto real na vida das comunidades. A ligação entre marcas e causas deve ser ainda mais reforçada.

Tiago Baldaia

A arte(mis) de levar marcas à Lua

Não é product placement. É simplesmente a vida real a acontecer… até no espaço, as marcas mais próximas continuam a ser as que já fazem parte do nosso dia-a-dia.

Andreia Vaz

De luxo a essencial: como a tecnologia se democratizou

O desafio será garantir que esta nova vaga de inovação continua a ser inclusiva, acessível e compreensível. Porque a tecnologia só cumpre verdadeiramente o seu potencial quando chega a todos.

Marlene Gaspar

Mete gelo

A decisão do melhor momento para fazer as coisas é estratégica. Não pode ser descuidada. Com isso definido e resolvido, é meter gelo. E confiar no processo.

Tiago Fleming

Se ninguém clica na marca… ela ainda existe?

Marketing sempre foi sobre influência. Mas, pela primeira vez, essa influência é mediada por sistemas que não clicam, não navegam e não consomem informação da mesma forma que os humanos.

Vera Carrondo

Estamos a preparar os jovens para o digital ou a afastá-los?

A tecnologia não vai desaparecer, e as políticas públicas eficazes serão aquelas que preparem, capacitem e empoderem, em vez de, simplesmente, proibir.

Maria Domingas Carvalhosa

Qual é hoje o papel das consultoras de comunicação?

Muitas consultoras vão perder relevância. Não por falta de competência técnica, mas por falta de posicionamento estratégico. Porque nunca saíram verdadeiramente do papel de executoras.

Gabriel Augusto

Made by Humans

A IA não é o vilão. E o risco está no conforto de produzir em série e confundir quantidade com relevância. “Made by humans” não significa voltar ao papel e à máquina de escrever.

João Santos

Um mundo feio, porco e mau

No meio deste mundo feio, porco e mau, há uma verdade simples que se impõe: a beleza e a verdade deixaram de ser meros detalhes. Passaram a ser uma forma de resistência.

José Pedro Marques da Silva

O que fica quando se tira o logo

Construir ativos distintivos fortes exige algo que o muitas vezes teimamos em desvalorizar: consistência. O problema é que, por vezes, é mais tentador repensar e fazer tudo de novo.

Vitor Cunha

Quem tem medo do lobo mau?

Podemos vir a ser substituídos por máquinas, mas o grande exercício é impedirmos que a função também morra no turbilhão da mudança.

Maria Domingas Carvalhosa

A criatividade é essencial, mas deixou de ser suficiente

Uma ideia só é boa se fizer alguma coisa acontecer. Tudo o resto é entretenimento. E, sendo claros, os clientes não contratam entretenimento. Contratam resultados.

João Francisco Ferreira

O dever de comunicar sustentabilidade com verdade

Quando a narrativa se distancia da realidade, não é apenas a reputação da marca que é colocada em causa, é também a credibilidade do próprio conceito de sustentabilidade que se fragiliza.

Vanessa Rolim

Entre o sintoma e o diagnóstico, ainda falha a comunicação

Falar de saúde de forma acessível e responsável não é um detalhe. É uma condição para que mais pessoas reconheçam sinais de alerta, valorizem sintomas e procurem ajuda atempadamente.

Solange Farinha

As crianças no retalho

Trabalhar marcas no universo infantil é aceitar jogar o jogo longo. É compreender que nem tudo o que conta pode ser medido no trimestre seguinte.

Maria Domingas Carvalhosa

A IA tornou evidentes as agências que não são indispensáveis

Quando todos conseguem produzir mais, mais depressa e mais barato, o único ativo que permanece escasso é a inteligência aplicada, aquela que transforma informação em decisão e comunicação em impacto.

Ricardo Carvalho

Alegoria da Caverna 2.0

Esses algoritmos, alimentados por machine learning, aprendem rapidamente que medo, raiva e ódio geram mais envolvimento do que moderação ou nuance. A virtude está no meio, mas não gera cliques.

José Luís Ramos Pinheiro

Sempre rádio, mas nunca igual

Bem podem protestar alguns ‘Velhos do Restelo’, mas os nossos mercados devem modernizar-se com padrões de medição já consolidados internacionalmente.

Andreia Vaz

Inovação em marketing é uma tensão cultural, não tecnológica

A próxima vaga de inovação em marketing não pertencerá às marcas mais rápidas. Pertencerá às marcas culturalmente mais inteligentes.

Rosália Amorim

Tecnologia, propósito e geopolítica, o trio virtuoso

As campanhas globais têm o seu valor, mas tendem a dar lugar a narrativas mais locais, culturalmente sensíveis e alinhadas com a realidade de cada país.

Rui Borges

O anúncio era giro, mas de quem era mesmo?

Em Portugal, duas em cada três pessoas que se lembram de ter visto um anúncio não sabem de quem é ou acham que é de outra marca.

Pedro Pimentel

Quando o consumo começa a falar outras línguas

O mercado português já não é apenas o mercado de “dez milhões de portugueses”. É um mercado mais plural, culturalmente mais diverso e economicamente mais dinâmico.

Nuno Antunes

Muitas perguntas sobre a Guerra Fria

O Marketing, os Dados e a IA até podem não estar fadados a um casamento romântico. Creio até que pode e deve haver mais entusiasmo, tensão e adrenalina, que são elementos essenciais numa relação.

José Bourbon-Ribeiro

O prato que diz tudo

Este caso não é sobre cantinas, é sobre coerência institucional. Esse prato disse algo que nenhuma escola pode permitir que se diga: que nem todos os alunos são iguais, pelo menos à hora de almoço.