Opinião +M

Rosália Amorim

Qual é a Red Bull portuguesa?

As nossas marcas continuam a ter pouco alcance global. Falta-lhes visão, ambição ou investimento avultados em marketing, como faz a Red Bull.

Carla Pereira

Novo mapa do ecommerce: entre a conveniência e a consciência

O comércio eletrónico está a entrar na idade da consciência. E talvez seja este o seu maior feito: ter reinventado o ato de comprar, transformando-o numa escolha, cada vez mais pessoal e sustentável.

Pedro Pimentel

Quem disse que as marcas já não contam

Se as marcas fossem realmente irrelevantes, não falaríamos tanto delas. Nem as criticaríamos com tanta veemência. Nem tentaríamos imitá-las com tanto empenho.

Joana Garoupa

2026: menos adjetivos, mais inteligência emocional

As marcas que ficam não são as que prometem mais. São as que sabem “ler a sala” melhor - e dar palco ao que realmente importa.

Nuno Antunes

Do “marketing do retrovisor” para o “marketing ao volante”

O valor dos dados no marketing não está em saber quantas campanhas correram bem. Está em questionar, antecipar e decidir o que fazer antes do concorrente acordar. E isto não é filosofia. É analítica.

Miguel Reis

Liberdade criativa: o maior ativo das marcas

As marcas têm, hoje, mais voz do que muitas instituições. A liberdade criativa, quando usada com empatia, é mais do que um ativo. É uma assinatura, é o que torna uma marca impossível de ignorar.

Marcelo Lourenço

O viagra do criativo

2026 já avisou que não vai ser um ano fácil. Os problemas, as más notícias e as situações que parecem não ter solução são lenha para a fogueira da criatividade.

Vera Carrondo

O lado negro dos emojis

Os emojis têm múltiplos significados para além do que foi pretendido ou da forma como são rotulados, e a sua utilização pode ser muito subjetiva.

João Santos

Ainda…

O caso da Dentsu não deve ser visto como um fracasso, porque não o é, nem como um aviso apocalíptico. Deve ser utilizado como um espelho de uma indústria que precisa de reencontrar a sua relevância.

Edson Athayde

“É o storytelling, estúpido”

Esta não foi uma campanha decidida por cartazes, tempos de antena ou frases de efeito. Foi uma campanha de escrutínio narrativo. Algumas histórias revelaram-se simplesmente mais ajustadas ao momento.

Rodrigo Almeida Fernandes

Presidenciais: uma trapalhada na comunicação

A campanha transformou-se num espelho do nosso tempo político: muito barulho, pouca substância e uma comunicação que, em vez de esclarecer, confunde. O maior risco não é quem vence, mas a banalização.

José Bourbon-Ribeiro

Uma campanha que afasta, um voto que hesita

A campanha foi, no essencial, medíocre e lamacenta. Quando o voto é volátil, a decisão não será um “sim” entusiasmado, antes um “vá lá” resignado.

Marlene Gaspar

Receber não é integrar

Imigração não é um problema de comunicação. É um problema de falta dela, clara, honesta e baseada em factos.

Henrique Ribeiro

O marketing europeu ainda não percebeu o que a IA já mudou

O maior risco para o marketing europeu em 2026 não é errar, é continuar a fazer pouco e demasiado tarde.

Catarina Travassos

O choque como moeda da política

O problema nunca foi existir quem fale no registo do choque, isso é legítimo numa democracia plural. O problema é o país acreditar que esse é o único registo possível.

Edson Athayde

Campanha presidencial ou arte de falar sem dizer quase nada

Em campanhas presidenciais, a primeira volta é muitas vezes a fase dos ensaios. O espetáculo a sério começa quando os dois que ganharam o direto de seguir perceberem que, afinal, podem tudo perder.

Vitor Cunha

Bora lá crescer

A gestão das nano-mini-micro tende ao informalismo, à facilidade (muitas vezes para responder ao desespero), não potencia melhorias de práticas nem de serviço.

Vitor Dourado

Stream Wars: quem ficará à frente em 2026?

Product placement, branded content e parcerias editoriais são as novas moedas de atenção. O desafio não é apenas ser visto, mas ser relevante dentro de um fluxo de consumo cada vez mais seletivo.

Elgar Rosa

O exemplo das marcas num mundo polarizado

Num espaço que se quer informativo, o comentário fácil e polarizador rende mais do que a reflexão ponderada. Cabe-nos a nós não cair na armadilha.

Gabriel Augusto

Lições do Natal Publicitário 2025

Emoção sem tese cansa. Craft sem intenção é fetiche. IA sem assinatura torna-se ruído. Prova social sem criatividade reduz-se a catálogo. O Natal passa, mas a memória de marca permanece ou desaparece.

António Fuzeta da Ponte

Conselhos de marca amadurecidos em cascos de carvalho muito

Venha 2026, venha uma economia forte, venha estabilidade e venham marcas muito bem trabalhadas. Se puder desejar ainda que sejam marcas portuguesas, melhor. Bom ano a todos os das marcas!

Pedro Pimentel

O futuro já não espera por ninguém

Não há promoção que salve uma marca incoerente. O consumidor observa, compara, valida e decide com uma racionalidade que convive com fatores emocionais igualmente cruciais: confiança e familiaridade.

Blanca Vizoso

Mais do que uma nova imagem, uma nova história

Uma imagem renovada, mais do que um ponto de viragem estratégico, abre as portas para um leque de oportunidades: um novo rumo, uma nova proposta de valor, um novo conceito e um novo público.

Bárbara Bárcia

Desejos para o dia 26

Há algo de profundamente libertador no momento em que tudo abranda. Quando os pedidos param de entrar. Quando os alertas se calam. Quando a agenda já não tem mais nada para encaixar.

Andreia Vaz

Um Natal entre a perfeição e a verdade

Num mundo saturado de filtros, edições e expectativas inalcançáveis, é refrescante ver campanhas que se aproximam do que realmente somos. Talvez este seja o verdadeiro espírito natalício.

Joana Garoupa

Adoro o Natal – o que isso diz sobre mim?

No fundo, quem admiramos diz muito sobre quem somos. Admirar é escolher um espelho: cada pessoa admirada devolve-nos aquilo que valorizamos - generosidade, criatividade, disciplina, empatia.