Madeirenses preferiram “continuidade ao que seria um risco de mudança”, diz Marcelo

Um dia após as legislativas regionais que deram vitória ao PSD com 23 mandatos, aguarda-se que Albuquerque indique se há acordo. Marcelo assume CDS como potencial parceiro para estabelecer maioria.

O Presidente da República explicou, nesta segunda-feira, por que afirmou, no domingo, que “houve maioria absoluta” nas eleições regionais na Madeira, apesar de o PSD ter ficado a um mandato deste objetivo. Os social-democratas e o CDS estiveram juntos no Executivo que foi alvo de moção de censura em dezembro, salienta agora Marcelo Rebelo de Sousa.

Na noite eleitoral, na zona de entrevistas da RTP após o jogo de futebol entre Portugal e a Dinamarca, referiu, precisamente, que “o PSD com o CDS tem maioria absoluta”. Marcelo explica agora que, “embora concorrendo separadamente, correspondia a uma realidade que existe”.

Olhando para o resultado das eleições vê-se que aparentemente há uma decisão do eleitorado madeirense no sentido de entre duas hipóteses – estabilidade, manter o que está, independentemente de se gostar muito ou pouco, ou mudar, e ali na Madeira era mudar drasticamente, porque o poder em funções há muitos anos é, sobretudo, personificado pelo PSD – optou pela continuidade, pela estabilidade. Pesa e pesou a ideia de estabilidade”, considera o chefe de Estado.

Para o Presidente, a opção foi por “uma realidade que já conhecemos, e preferimos isso ao risco da novidade”. A decisão sobre o próximo Governo caberá agora a Ireneu Barreto, destaca Marcelo Rebelo de Sousa.

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