ECO magazine

ECO magazine já está nas bancas

ECO,

O ECO é agora também uma edição mensal, premium, em papel, com a assinatura “A ECOnomia nas suas mãos” e o mesmo compromisso com os leitores.

O ECO é já hoje uma marca de informação presente em várias plataformas. No digital, nas newsletters diárias e semanais, no live journalism através das conferências e eventos, nos podcasts, no Estúdio ECO, nas parcerias com a CNN, a Google e o Sapo, nas redes sociais como o LinkedIn, o Instagram e o X (antigo Twitter). Agora é também um magazine mensal, premium, tem a assinatura “A ECOnomia nas suas mãos” e o mesmo compromisso com os leitores.

O ECO magazine é muito mais do que um magazine de histórias, jornalismo económico cor-de-rosa. As histórias positivas, de sucesso, são importantes, sim, como exemplo para as boas práticas de gestão, para discutir as instituições e a governação das organizações.

Fernando Medina é o entrevistado nesta primeira edição do ECO magazine, uma entrevista concedida a 24 de outubro, antes da demissão de António Costa e a marcação de eleições antecipadas para 10 de março, onde o (ainda) ministro das Finanças fala sobre a sua carreira política, a governação e o futuro.

Os bastidores do Banco Português de Fomento, em permanente refundação, e uma viagem à fábrica de unicórnios de Carlos Moedas, conduzida pelo próprio, são as outras duas grandes histórias da primeira edição do ECO magazine. Mas tem muito mais, para ler e pensar.

As opiniões da empresária Paula Amorim e do líder do PSD, Luís Montenegro, e um ensaio do antigo governador do Banco de Portugal, Carlos S. Costa, são três contributos para a reflexão sobre o momento económico, político e de governação das empresas.

O impacto da guerra no Médio Oriente no investimento imobiliário em Portugal, uma análise sobre o efeito do atual momento económico sobre as decisões e a carteira de poupanças dos portugueses são outros dos temas em análise.

O universo ECO nas suas mãos

O ECO magazine traz ainda os contributos das diversas marcas que fazem parte do universo ECO. Como a indústria têxtil nacional se está a tornar mais sustentável (Capital Verde); os seguros que protegem os gestores ou administradores de potenciais processos (ECO Seguros); como as autarquias estão a atrair mais investimento para as suas regiões (Local Online) ou porque é que as marcas apostam em arte (Mais M) são alguns dos temas que pode ler nesta edição. Mas não só. Como as empresas podem combater o fenómeno dos Job Hoppers? (Trabalho by ECO), como as sociedades de advogados são cada vez mais verdadeiras empresas na sua forma de organização (Advocatus) e a aplicação dos fundos do PRR (Fundos Europeus) são outros dos assuntos em análise. E depois dos negócios, ficam as sugestões de Leisure da Time Out, parceira editorial do ECO.

Editorial

No último livro de Martin Wolf, já editado em português, o jornalista do Financial Times ensaia uma reflexão sobre a crise do capitalismo democrático e as possíveis saídas para o que designa de Ying and Yang, a fórmula que mais prosperidade levou aos povos que a adotaram: A Democracia liberal e o capitalismo de mercado. No livro — indispensável para perceber o momento em que vivemos — Wolf destaca as condições para uma espécie de New Deal, uma das quais é a responsabilização dos decisores políticos e económicos. O ECO que tem nas mãos — sob a forma de magazine mensal — tem esse objetivo.

O ECO é já hoje uma marca de informação presente em várias plataformas. No digital, nas newsletters diárias e semanais, no Live Journalism através das conferências e eventos, nos podcasts, no Estúdio ECO, nas parcerias com a CNN, a Google e o Sapo, nas redes sociais como o LinkedIN, o Instagram e o X (antigo Twitter). Agora é também um magazine mensal, premium, tem a assinatura “A ECOnomia nas suas mãos” e o mesmo compromisso com os leitores: A independência, o rigor e a relevância, três condições para exercer o escrutínio de responsabilização de que fala Martin Wolf. “Ninguém está acima da lei; nenhuma empresa está acima do mercado; nenhum político está acima dos eleitores; E nenhuma pessoa ou indivíduo está acima da crítica pública”.

O ECO — A ECOnomia nas suas mãos é muito mais do que um magazine de histórias, jornalismo económico cor-de-rosa. As histórias positivas, de sucesso, são importantes, sim, como exemplo para as boas práticas de gestão, para discutir as instituições e a governação das organizações. Os líderes de referência têm de assumir essa condição num contexto em que a exigência da sociedade civil e das elites é limitada, em que a “subsidiodependência” é a regra e não a exceção, em que tantos decisores políticos e empresariais preferem a opacidade à transparência.

O jornalismo, feito por jornalistas, é uma condição essencial para a salvação do capitalismo democrático, porque é isso que está em causa. E são os seus defensores, os que consideram, como nós, que este é o melhor caminho para promover a prosperidade e a igualdade de oportunidades, para limitar as desigualdades sociais e económicas, para incentivar a mobilidade e o acesso generalizado a bens e serviços, que têm a obrigação de reformar o sistema.

O ECO online e o ECO magazine são duas (boas) moedas do (bom) jornalismo. Com diferentes tempos de leitura.

Nesta primeira edição, tem uma entrevista única a Fernando Medina, a escolha de António Costa para as Finanças que surpreendeu quase todos, até o próprio partido. O ‘lado b’ de Medina, as suas prioridades e a marca que quer deixar nesta legislatura. Os bastidores do Banco Português de Fomento, em permanente refundação, e uma viagem à fábrica de unicórnios de Carlos Moedas, conduzida pelo próprio, são as outras duas grandes histórias da primeira edição do ECO magazine. E tem muito mais, para ler e pensar.

António Costa
Diretor do ECO

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