DFK escolhida para auditar contas da Universidade do Porto
O mandato da DKF, escolhida por despacho dos ministros das Finanças e da Educação, depois de ouvido o reitor da Universidade do Porto, terá a duração de três anos.
A DFK foi a entidade escolhida para auditar as contas da Universidade do Porto, num mandato de controlo da legalidade, regularidade e boa gestão financeira e patrimonial que terá a duração de três anos.
“Designa como fiscal único da Universidade do Porto a sociedade de revisores oficiais de contas DFK & Associados, SROC, Lda”, pode ler-se num despacho do Gabinete do Ministro da Educação, Ciência e Inovação e do Gabinete do Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças publicado em Diário da República.
A auditora substitui, assim, a Martins Pereira, João Careca & Associados, SROC, representada por João António de Carvalho Careca, nesta função de “controlo da legalidade, regularidade e boa gestão financeira e patrimonial”, como descreve a Universidade do Porto.
O mandato tem a duração de três anos e não é renovável, detalha o despacho que designa o fiscal único, depois de ouvido o reitor da Universidade.
É ainda referido que a remuneração mensal ilíquida para o fiscal único da Universidade do Porto é de 4.500 euros, acrescido do IVA à taxa legal em vigor, paga em 12 mensalidades.
A DKF tem vindo a reforçar a sua posição no mercado, apostando num crescimento orgânico mas também através de aquisições. Em outubro, a auditora liderada por Hugo Salgueiro anunciou a compra de cinco auditoras e disse estar “em fase avançada de negociação para integrar mais duas”.
Com estas operações, a “DFK Portugal consolida a sua posição entre as principais firmas de auditoria em Portugal: passa do 15º lugar no ranking de firmas de auditoria para 7º lugar em 2025 e 5º em 2026”, adiantou, prevendo atingir um volume de negócios recorrente superior a 5,6 milhões de euros em 2025 e de 11,4 milhões de euros em 2026.
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