Meta do PRR para Áreas de Acolhimento Empresarial está cumprida

Depois de cumprida a meta ao nível das ligações transfronteiriças, a IP assegura agora os marcos definidos pela Comissão Europeia de acessibilidades às Áreas de Acolhimento Empresarial.

A Infraestruturas de Portugal (IP) cumpriu a meta definida no Plano de Recuperação e Resiliência de acessibilidades às Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE), isto depois de já ter cumprido a meta ao nível das ligações transfronteiriças, como avançou ao ECO o presidente da IP.

“O cumprimento da meta, que acumula com o cumprimento de todos os marcos definidos pela Comissão Europeia para este investimento, representa uma taxa de sucesso de 100% neste investimento (i04 – Áreas de Acolhimento Empresarial) da componente 7 do PRR”, destaca a IP em comunicado.

A meta deste investimento foi atingida com a concretização das seguintes empreitadas:

  • Ligação ao Parque Industrial do Mundão – Eliminação de constrangimentos na EN229 Viseu/Sátão, a mais recente a ficar concluída;
  • Acessibilidades à Zona Industrial de Riachos;
  • Ligação à Área Industrial de Fontiscos e reformulação do Nó de Ermida (Santo Tirso);
  • Ligação ao Parque Industrial do Mundão: EN229ex-IP5 / Parque Industrial do Mundão (primeiro troço);
  • Ligação da Zona Industrial de Cabeça de Porca (Felgueiras) à A11;
  • Ligação da Zona Industrial de Rio Maior à EN114;
  • Melhoria de acessibilidades à Zona Industrial Campo Maior;
  • Variante à EN248 (Arruda dos Vinhos);
  • Via do Tâmega – Variante à EN210 (Celorico de Basto);

Mas ainda estão em fase de conclusão as empreitadas Variante de Aljustrel e Acesso do Parque Empresarial de Camporês ao IC8 (Ansião).

O PRR, já depois de revisto, tem prevista a construção ou melhoramento, através de empréstimos, de 72 quilómetros de acessibilidades rodoviárias, embora tenham caído duas áreas de investimento empresarial, face às dez inicialmente previstas.

A modernização dos parques empresariais é também identificada como uma necessidade de investimento no plano nacional de infraestruturas de Portugal para 2030 (PNI 2030).

O investimento consiste em “intervenções em parques empresariais selecionados que incluem a promoção da produção e sistemas de armazenamento de energia renovável, intervenções-piloto para melhorar a estabilidade energética, instalação de postos de carregamento elétricos e de hidrogénio, reforço da cobertura 5G e medidas ativas de prevenção de incêndios”, lê-se no PRR.

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