Open Cosmos lança dois primeiros satélites para futura constelação
Lançamento é "passo crucial" na "missão de fornecer conectividade segura e soberana para a Europa e o mundo", diz CEO da Open Cosmos. Em Portugal, empresa prepara a abertura de uma fábrica em Coimbra.
Depois de obter do Liechtenstein espectro de comunicações de banda Ka de alta prioridade, a Open Cosmos, que em Portugal comprou a Connected, acaba de lançar os dois primeiros satélites de comunicações na Nova Zelândia, resultado de um esforço pan-europeu, com equipas do Reino Unido, Espanha, Portugal e Grécia a contribuir para o programa.
“Este lançamento é um marco importante para a Open Cosmos e um passo crucial na nossa missão de fornecer conectividade segura e soberana para a Europa e o mundo. A transição do espectro para satélites em órbita demonstra não apenas a maturidade do nosso sistema, mas também a nossa capacidade de transformar ambição estratégica em capacidade operacional com extrema rapidez”, diz Rafel Jordà Siquier.
“Estes primeiros satélites lançam as bases para uma rede resiliente, projetada para apoiar governos, instituições e parceiros comerciais com infraestrutura espacial confiável quando mais importa”, acrescenta o fundador e CEO da Open Cosmos, citado em comunicado.

Após obter a licença de espectro, a Open Cosmos apontava o lançamento dos satélites, para a sua constelação em baixa órbita, para o primeiro trimestre. O lançamento — feito pela Rocket Lab da Península de Mahia, na Nova Zelândia, a bordo do foguete Electron, para a missão denominada “The Cosmos Will See You Now” (O cosmos vai ver-te agora) — ocorreu às 11h52 (CET) do dia 22 de janeiro (GMT) / 23h52 do dia 22 de janeiro, horário local (NZDT), “levando o projeto da constelação Open Cosmos da fase de projeto e fabrico para a validação em órbita, posicionada a 1.050 km de órbita circular da Terra”.
São os dois primeiros satélites da constelação que terá um número total que a empresa, para já, não adianta. “Representam a primeira fase de ativação da rede de satélites preparada para o futuro da Open Cosmos, um programa concebido para fornecer serviços espaciais escaláveis, resilientes e coordenados para a Europa e o mundo”, refere a companhia em comunicado.
Os dois primeiros satélites são o resultado de um esforço pan-europeu, com equipas do Reino Unido, Espanha, Portugal e Grécia a contribuir para o programa, destaca a companhia. Em Portugal, recorde-se além de ter comprado a Connected, a empresa prepara a abertura de uma fábrica em Coimbra.
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