Da LVMH para a Ferreira de Sá, de um grupo instituído para uma marca em construção. Américo Pinheiro, CEO da empresa de tapetes mais internacional de Portugal, conta por que quis trabalhar aqui
A organização alega preocupações com a segurança.
A Flecha Lux 25 é uma sociedade do grupo Arrow, que, em Portugal, está ativo, essencialmente, na gestão de créditos vencidos.
O empreendimento residencial em Vilamoura divide-se em duas coleções, HAMA e MORI, compostas respetivamente por 13 e 14 moradias.
Apostada numa estratégia de luxo e internacionalização, a empresa de Silvalde acaba de apresentar os seus novos 13 tapetes destinos sobretudo ao mercado externo. Um deles não está sequer para venda.
Da sala privada de Henrique Sá Pessoa ao concurso que distingue algumas das peças mais raras da relojoaria, a Shortlist desta semana reúne novas experiências gastronómicas e colaborações.
O luxo imobiliário está a ficar discreto
Daniela Rebouta,
Pensado para levar quatro pessoas à praia, o Terramar prefere as curvas à autoestrada. É rápido, bonito e elétrico quanto baste, mas a mala encolhe e o preço sobe depressa com os extras.
O gestor sucede a Alberto Gradim no hotel de cinco estrelas de Coimbra. Com quase duas décadas na hotelaria, passou pelo Six Senses Douro Valley, The Yeatman e Sublime Comporta.
Luca de Meo lidera o grupo Kering há um ano e diz que a sua vantagem "é precisamente poder construir estratégias à medida, sem impor a todos o mesmo modelo".
Uma marca de nicho de origem suíça conseguiu ultrapassar a Nike e conquistar Mbappé. O que está a mudar nas marcas de desporto?
A designer vai voltar à direção criativa de uma marca em pareceria com o grupo norte-americano Revolve. Os primeiros artigos devem chegar em 2027.
No último capítulo da audiossérie Uivar à Lua, Delfim Sardo conversa diretamente com o escultor Rui Sanches sobre referências, materiais e o silêncio necessário antes de cada novo começo.
A pintura de Michael Biberstein não representa paisagens — é a paisagem. E essa distinção, aparentemente subtil, muda tudo na forma como nos relacionamos com a sua obra.
Neste capítulo fala-se de Gabriela Albergaria, dos jardins como ficção humana, e de como uma artista pode dedicar décadas a estudar aquilo que, por definição, já não é natural.
Neste capítulo fala-se de Lourdes Castro, da sombra como forma de presença, e de como uma artista pode passar a vida inteira a investigar aquilo que, por definição, é ausência de luz.
Adriana Domínguez é a mais velha das três filhas do designer de moda galego Adolfo Domínguez e hoje CEO de uma empresa de mil trabalhadores e quase 140 milhoes de faturação. Esta é a sua visão.