Imobiliário

Miguel Maya defendeu que se deve considerar flexibilizar os produtos de empréstimo da casa para prever situações em que o cliente não consegue pagar a prestação, como numa situação de desemprego.

As câmaras municipais têm até 31 de dezembro para manifestar interesse nesses imóveis, que poderão ser destinados a habitação acessível, fins culturais e serviços públicos.