O Governo garante que não recebeu alertas técnicos para travar a classificação digital dos exames, embora admita que a implementação inicial revelou "constrangimentos operacionais e tecnológicos".
O Governo decidiu adotar um sistema de correção digital dos exames nacionais do secundário em 2026. Mas a 1.ª fase não correu como esperado: falhas e dificuldades na digitalização das folhas de prova, bem como na própria correção dos testes, dificultaram muito o processo, forçando o adiamento do início da 2.ª fase para o dia 21 de julho. O caso deixou o ministro da Educação numa situação politicamente difícil, tendo o governante anunciado uma época especial de exames no início de setembro, para que nenhum aluno seja prejudicado. O PS e a Fenprof pediram a demissão de Fernando Alexandre.
O Governo garante que não recebeu alertas técnicos para travar a classificação digital dos exames, embora admita que a implementação inicial revelou "constrangimentos operacionais e tecnológicos".
A segunda fase do acesso ao ensino superior regista menos candidaturas do que há um ano, depois de uma primeira fase com número recorde de colocados e 42,3% menos vagas sobrantes.
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