Depois do Chega anunciar que quer levar o atual MAI a uma comissão de inquérito, o ex-diretor da PJ garante que será "uma boa altura para se conhecer o meu legado à frente da PJ".
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, ex-diretor nacional da Polícia Judiciária, está sob escrutínio após notícias que deram conta de que contratou para obras pessoais um empreiteiro, a Construbarcelos, que fez 17 trabalhos para a mesma polícia entre 2019 e 2025, num valor de 2,23 milhões de euros, e de cujo dono, João Carvalho, o ministro confirmou ser amigo. Adicionalmente, um atrelado que tinha sido apreendido numa operação contra o tráfico de droga, e que desaparecera de instalações policiais, foi encontrado à guarda dessa mesma empresa. A 24 de julho de 2026, o Chega anunciou a constituição de uma comissão de inquérito potestativa.
Depois do Chega anunciar que quer levar o atual MAI a uma comissão de inquérito, o ex-diretor da PJ garante que será "uma boa altura para se conhecer o meu legado à frente da PJ".
Eurico Brilhante Dias acusa o Chega de pretender fragilizar a PJ com uma comissão parlamentar de inquérito a Luís Neves e aponta as investigações feitas à extrema-direita armada.
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