Luís Neves justificou entrega do atrelado à Construbarcelos por ter recebido orçamento de cerca de 150 mil euros para destruição desses produtos. Rita Alarcão Júdice recusa reconhecer contradição.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, ex-diretor nacional da Polícia Judiciária, está sob escrutínio após notícias que deram conta de que contratou para obras pessoais um empreiteiro, a Construbarcelos, que fez 17 trabalhos para a mesma polícia entre 2019 e 2025, num valor de 2,23 milhões de euros, e de cujo dono, João Carvalho, o ministro confirmou ser amigo. Adicionalmente, um atrelado que tinha sido apreendido numa operação contra o tráfico de droga, e que desaparecera de instalações policiais, foi encontrado à guarda dessa mesma empresa. A 24 de julho de 2026, o Chega anunciou a constituição de uma comissão de inquérito potestativa.
Luís Neves justificou entrega do atrelado à Construbarcelos por ter recebido orçamento de cerca de 150 mil euros para destruição desses produtos. Rita Alarcão Júdice recusa reconhecer contradição.
Apesar de apelidar moção de censura do Chega como "coreografia política", o ministro António Leitão Amaro disse que Executivo continuará a não ter "parceiros preferenciais" na negociação de diplomas.
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