Opiniões
Ser pequeno em escala não significa ser periférico. Pelo contrário, pode significar ser exigente ao ponto de moldar organizações mais resilientes, mais disciplinadas e mais inovadoras.
Ser mais eficiente a amplificar uma marca indiferenciada não é progresso mas sim acelerar a própria banalização. É transformar a otimização num multiplicador de irrelevância.
Como em qualquer marca, os arquétipos não são estáticos. Evoluem, ou entram em crise. A marca que exportava sonhos passou a exportar incerteza.
É no turismo de qualidade e de alto valor precisamos de apostar e continuar a investir. Afirmar Portugal como um destino de excelência é o caminho de sentido obrigatório.
A Netflix escolheu não ultrapassar uma linha vermelha. Reforço, houve disciplina de um dos lados desta história.
Agora que a Louis Vuitton já coloca “made in Portugal” nos seus produtos, já podemos dizer que o problema da marca Portugal está resolvido?
O harakiri dos jornais está a ser provocado e aproveitado pelas tecnológicas (já tinha sido pelas telco) e poderá provocar uma disrupção democrática semelhante a praga bíblica.
Para Trump, a comunicação não acompanha a ação política, é a ação política. A guerra, na sua narrativa, não se trava só com mísseis trava-se com frases curtas e dramatismo constante.
Há músicas assim, devem estar conectadas a memórias de infância que uma vez re-ativadas, voltam logo à superfície.
Aprender a não reagir ao acaso seria um primeiro sinal importante para o novo Chefe de Estado. Nem todas as polémicas merecem o comentário presidencial, e nem todo o microfone demanda uma resposta.
Num contexto em que a mudança é permanente e a imprevisibilidade é a regra, o verdadeiro risco está em repetir fórmulas que já não respondem à realidade.
Os grandes negócios é que atraem as atenções, mas são as pequenas vitórias, que passam tantas vezes despercebidas, a transformar o setor.