Opiniões
No fim, a atenção é o ativo mais escasso da economia mediática. E, quando o centro cultural se desloca, o maior palco do mundo não anuncia a mudança, legitima‑a.
O storytelling importa. A vitória de Seguro mostra que ainda há espaço para narrativas que não tratam o povo como uma plateia enfurecida, mas como coautor de um projeto comum.
A perseguição aos jotas afastou pessoas com talento, sem paciência para títulos insidiosos e com melhores coisas para fazer na vida.
Comunicar hoje é aceitar a complexidade. É testar, ajustar, ouvir e aprender. Num mundo ruidoso, o verdadeiro desafio não é falar mais alto, mas falar melhor.
Num mercado saturado de mensagens, não vence quem comunica mais. Vence quem comunica melhor, de forma mais relevante e mais humana, mesmo quando se usa IA.
Mudar é ouvir melhor. É questionar o que sempre fizemos. É reconhecer que os consumidores de hoje são informados, exigentes e conscientes do impacto das suas escolhas.
O bom eleitor é aquele que entra na cabine com dúvidas, escolhe apesar delas e sai decidido a vigiar. Sabe que não há candidatos perfeitos, mas há escolhas melhores do que outras.
A tão aguardada Lei do Lobby entrará em vigor no dia 27 de julho. Com a sua entrada em vigor, as entidades públicas devem assegurar o registo e publicitação das audiências por si concedidas.
As nossas marcas continuam a ter pouco alcance global. Falta-lhes visão, ambição ou investimento avultados em marketing, como faz a Red Bull.
O comércio eletrónico está a entrar na idade da consciência. E talvez seja este o seu maior feito: ter reinventado o ato de comprar, transformando-o numa escolha, cada vez mais pessoal e sustentável.
Se as marcas fossem realmente irrelevantes, não falaríamos tanto delas. Nem as criticaríamos com tanta veemência. Nem tentaríamos imitá-las com tanto empenho.
As marcas que ficam não são as que prometem mais. São as que sabem “ler a sala” melhor - e dar palco ao que realmente importa.