Nova Expressão e Nossa ganham comunicação da Agência Portuguesa do Ambiente com proposta de 4,3 milhões

Com uma proposta de 4,3 milhões de euros, a agência liderada por Filipe Teotónio Pereira concorreu em conjunto com a agência fundada por Duarte Durão e Nuno Presa Cardoso. Estiveram 15 a concurso.

A Nova Expressão e a Nossa são as vencedoras do concurso de comunicação aberto pela Agência Portuguesa do Ambiente no final de 2024. Com uma proposta de 4,3 milhões de euros, a agência liderada por Filipe Teotónio Pereira concorreu em conjunto com a agência fundada por Duarte Durão e Nuno Presa Cardoso. A concurso, de acordo com a ordenação dos resultados à qual o +M teve acesso, estiveram 15 propostas, que juntaram mais de 20 agências em consórcio.

A proposta classificada na primeira posição, a quinta em termos de preço, surge a cerca de 13 pontos de distância da segunda, entregue pela Initiative e pela BBDO. Na terceira posição, separada por menos de um ponto, surge a VML e a Wavemaker.

A Agência Portuguesa do Ambiente abriu concurso público para uma campanha de comunicação e sensibilização sobre resíduos com um orçamento é de 6.775.067,75 euros, como avançou o +M em janeiro.

É uma coisa à séria, para sensibilizar os portugueses. Um concurso como nunca foi feito em Portugal, uma grande aposta”, justificava ao +M José Pimenta Machado, presidente do conselho diretivo da Agência Portuguesa do Ambiente. Trata-se de “uma grande aposta financeira, mas temos um grande desafio, que é o tema dos resíduos”, prosseguia.

De acordo com o caderno de encargos, o concurso prevê o planeamento estratégico, criatividade, produção e definição de meios; plano de meios, divulgação e publicidade e aquisição de espaço; produção fotográfica, audiovisual e gráfica de todas as peças propostas; assessoria de imprensa; monitorização, avaliação e análise de desempenho; realização de relatório final. Ou seja, criatividade, meios e comunicação. As agências podem apresentar propostas em conjunto.

Publicado no final de 2024, o preço tinha uma ponderação de 30% no fator de avaliação, valendo a “qualidade” 70%. Como subfatores de avaliação, o concurso previa que a adequação da proposta criativa tivesse uma ponderação de 30%, o plano de media 28%, a coerência da proposta criativa 24% e a formação e experiência profissional da equipa a afetar à execução do contrato vale 18%.

O contrato estará em vigor até junho de 2026 e o prazo para entrega de propostas terminou no final de fevereiro. Conhecido o resultado, decorre agora o prazo para eventuais reclamações.

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