A missão vai manter-se pelo menos até ao final do ano e poderá incluir sistemas antidrone terrestres, numa altura em que os dois países nórdicos reforçam a cooperação na NATO.
A missão vai manter-se pelo menos até ao final do ano e poderá incluir sistemas antidrone terrestres, numa altura em que os dois países nórdicos reforçam a cooperação na NATO.
A criação da força conjunta pretende reforçar a capacidade dos países do Báltico para detetar, partilhar informação e reagir rapidamente a potenciais ataques com drones e ameaças hibridas.
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