ECO reage a fake news com ação judicial
Depois de "sucessivas denúncias à Meta, dona do Facebook, mas sem resultados" o ECO vai avançar com uma queixa crime no DIAP.
O ECO vai avançar com uma queixa crime contra incertos pela divulgação de notícias falsas nas redes sociais, utilizando a marca e layout do jornal. A medida tem objetivo proteger a credibilidade do jornal e, em simultâneo, combater a desinformação.
Antes de avançar pela via judicial, o ECO alertou, sem resultado, a dona do Facebook, rede nas qual as fake news que utilizam a imagem da marca aparecem com mais frequência.
“Após deteção e registo de conteúdos que usaram ilegalmente a imagem do ECO, lesando o seu bom nome e reputação, fizemos sucessivas denúncias à Meta, dona do Facebook, mas sem resultados”, começa por justificar Paulo Padrão, diretor-geral da Swipe News, dona do ECO.
Na falta de uma solução, “demos instruções aos nossos advogados para avançarem com uma queixa crime contra incertos, participação essa que deverá estar a dar entrada junto do DIAP de Lisboa“, adianta Paulo Padrão.
Conteúdos falsos que simulam notícias sobre sobre Francisco Pinto Balsemão, Carla Neto Montenegro ou Clara Pinto Correia são alguns dos que circulam no Facebook, utilizando a marca do ECO.
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