Berg Outdoor, marca da Sonae vai entrar no Médio Oriente

A marca de roupa outdoor da Sonae, que já vende para mais de 20 países, está a expandir-se para a Europa de Leste e Médio Oriente.

A Berg Outdoor, marca de roupa e equipamentos do universo Sonae, vai entrar em novos mercados, nomeadamente Europa de Leste e Médio Oriente. A marca está presente, para já em mais de 20 países.

Miguel Tolentino, diretor-geral da marca, em conferência realizada esta manhã nas novas instalações da marca no Porto, adiantou que no top cinco dos mercados internacionais está a Finlândia, Eslováquia, Turquia, Alemanha e Itália. De fora desta contagem fica o mercado espanhol onde as vendas são feitas sobretudo através da Sport Zone.

A Berg Outdoor nasceu em 2002 no seio da Sport Zone e assume-se como uma marca portuguesa com aspirações globais, de resto o próprio nome é uma expressão alemã que significa Montanha. A marca acaba de se autonomizar face à Sport Zone tendo inclusive mudado de instalações (foi da Maia para o Porto) para crescer e cortar o cordão umbilical. Para o diretor-geral da marca “não quer dizer que um dia não voltemos à Maia, mas era necessário dar este passo de autonomização”.

Apesar de não querer adiantar o valor de vendas da marca, Miguel Tolentino adianta que o “o peso internacional da marca é neste momento de 15%, estando a insígnia a crescer internacionalmente a um ritmo de 30% ao ano”. O objetivo, adianta o diretor geral, é daqui a dez anos “termos o mercado internacional a pesar mais de 50%”.

A Berg Outdoor está inserida na Sports&Fashion (Zippt, Losan,MO, Berg Outdoor e Deeply) cujo volume de vendas no primeiro semestre do ano totalizaram os 210 milhões de euros, tendo crescido 14,6%.

A Berg Outdoor tem atualmente uma equipa de 30 elementos, a maior parte da equipa trabalha no desenvolvimento do produto.

Miguel Tolentino não rejeita a possibilidade da marca vir a avançar com lojas próprias, mas acrescenta que “para já não está nos nosso planos de curto prazo”.

 

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Berg Outdoor, marca da Sonae vai entrar no Médio Oriente

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião