IPCG lança novo Programa para administradores não executivos

  • ECO + IPCG
  • 8 Fevereiro 2018

O Instituto Português de Corporate Governance vai realizar, nos próximos dias 16, 17, 23 e 24 de Março de 2018, a 3.ª edição do “Programa Avançado para Administradores Não Executivos”.

As duas primeiras edições, realizadas em Março de 2016 e 2017, granjearam um enorme sucesso, com as vagas inteiramente preenchidas e uma assinalável qualidade dos participantes.

O IPCG tem como adquirido que o papel dos Administradores Não Executivos é hoje amplamente reconhecido como um elemento decisivo na qualidade e eficácia dos sistemas de Corporate Governance que, de acordo com o ponto de vista de Pedro Rebelo de Sousa, coordenador do Programa juntamente com António Gomes Mota e Luís Todo Bom, “vive uma crise de identidade”. E, nestes termos, este programa dispõe de um corpo docente que alia um profundo conhecimento dos temas abordados a uma vasta Experiência Profissional e de exercício de funções de governo societário em empresas nacionais e internacionais de referência.

Os participantes podem, ainda, obter uma Certificação do IPCG, através de um sistema de avaliação centrado na análise e discussão de um caso, no final do programa. A Brochura detalha todos os aspectos do programa. Faça download.

Objectivos

Pedro Rebelo de Sousa sintetizou, ainda, os objectivos pretendidos com o Programa afirmando que este tenta “contribuir para a melhoria e/ou actualização dos conhecimentos considerados essenciais no exercício da actividade dos administradores não executivos nos vários ângulos que acabam por ser relevantes na vida empresarial”.

Luís Todo Bom acrescenta que esta acção formativa possibilita criar “uma consciência clara das responsabilidades e funções de supervisão que são atribuídas aos administradores não executivos e que permitem a salvaguarda dos interesses de todos os stakeholders da empresa”.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

IPCG lança novo Programa para administradores não executivos

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião