CTO da Altice Portugal ganha “Inovador do ano”

  • ECO
  • 19 Outubro 2019

Luís Alveirinho foi distinguido com o prémio "Inovador do ano" no encontro anual que junta empresas de telecomunicações na Holanda.

Luís Alveirinho foi distinguido com o prémio de “Inovador do Ano” no Broadband World Forum, uma reunião anual que junta e distingue as melhores empresas do setor de telecomunicações, em Amsterdão. O Chief Technology Officer (CTO) da Altice Portugal ganhou este prémio entre nove nomeados, representantes de empresas de cinco países, entre as quais operadoras e empresas de telecomunicações do Reino Unido e Estados Unidos.

O Broadband World Forum distingue anualmente personalidades do sector e empresas tecnológicas que se tenham destacado pelo seu trabalho na promoção, desenvolvimento, implementação e inovação no domínio das Redes e Serviços de Banda Larga.

“É um orgulho receber este prémio que dedico à Altice Portugal e aos profissionais de excelência que trabalham todos os dias na nossa empresa, no sentido de fazer de Portugal um país tecnologicamente mais capacitado e avançado. Muito do que é ser inovador vem da paixão pelo que se faz e do ambiente em que se trabalha e, na Altice Portugal, todos os dias coloco o meu empenho e a minha paixão ao serviço de todos os portugueses”, afirma Luís Alveirinho, citado num comunicado da Altice.

Já o CEO da Altice Portugal, Alexandre Fonseca, reconhece que “é com orgulho que a Altice Portugal vê o seu Chief Technology Officer receber o prémio de “Inovador do Ano”. A Altice Portugal está empenhada em continuar o seu percurso de investigação, desenvolvimento e produção tecnológica, sendo inclusivamente o maior investidor em I&D a nível nacional alocando 86 milhões de euros e mais de 700 profissionais em exclusivo a esta área”.

Para a conquista deste prémio terá contribuiu o trabalho de Luís Alveirinho e no projeto de infraestruturação do país que conta já com mais de 4,8 milhões de lares cobertos com fibra ótica e a modernização da rede móvel e ampliação das coberturas.

E quais foram os outros nomeados?

  • Ronan Kelly – ADTRAN (EUA)
  • Julie Kunstler – Ovum (UK)
  • Rahul Patel – Qualcomm (EUA)
  • Sue Rudd – Strategy Analytics (EUA)
  • Trevor Linney – Openreach (UK)
  • Leo Lundy – Imagine Telecom (Irlanda)
  • Alzbeta Fellenbaum – IHS Markit (UK)
  • Christian Gacon – Orange (França)

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

CTO da Altice Portugal ganha “Inovador do ano”

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião