Direto “Quando faltam os comboios, não é o excedente orçamental que as pessoas vão apanhar”, diz Bruno Dias a Pedro Nuno Santos Acompanhe aqui o debate do OE2020

Costa chega ao debate na generalidade do primeiro Orçamento da legislatura já com os apoios suficientes para o ver passar. Apesar do excedente, foi à esquerda que o Governo colheu apoios.

Já passou. O Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), o primeiro da legislatura, começa esta quinta-feira a ser discutido no Parlamento, num debate que se prolonga até sexta e que no total terá mais de 635 minutos. O PS venceu as legislativas de outubro sem maioria, mas António Costa chega à Assembleia com os apoios suficientes para ver o documento viabilizado à esquerda mesmo com um excedente de 0,2%.

Os parceiros que deram a mão ao Governo foram os habituais, mas a fórmula foi diferente. BE, PCP, Verdes e também PAN vão abster-se na hora da votar esta sexta-feira. As negociações vão continuar durante a especialidade, mas os bloquistas já anunciaram conquistas: reforços na saúde e nas pensões.

Acompanhe aqui o debate.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

“Quando faltam os comboios, não é o excedente orçamental que as pessoas vão apanhar”, diz Bruno Dias a Pedro Nuno Santos Acompanhe aqui o debate do OE2020

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião