Maxam nomeia almirante José Luis Urcelay como presidente da Expal

  • Servimedia
  • 25 Maio 2020

José Luis Urcelay Verdugo substitui o almirante Francisco Torrente, que ocupava o cargo desde 2006. Expal é a divisão de defesa da Maxam, líder global em materiais energéticos.

Maxam nomeou o almirante José Luis Urcelay Verdugo como presidente da Expal, substituindo o almirante Francisco Torrente, que ocupava o cargo desde 2006. Expal é a divisão de defesa da Maxam, líder global em materiais energéticos. José Manuel Vargas assumiu a presidência executiva da Maxam na semana passada. Esta nomeação faz parte de uma reorganização da estrutura corporativa do Grupo.

Urcelay Verdugo, que concluiu a sua carreira na Marinha como Segundo Almirante Chefe do Estado-Maior em agosto passado, acumula uma vasta experiência em questões de segurança e defesa. Urcelay Verdugo ocupou o cargo de representante militar em Espanha perante os comités militares da NATO e da União Europeia em Bruxelas, onde participou ativamente em projetos estratégicos da NATO. Na União Europeia também participou do desenvolvimento e implementação da estratégia global e da criação da capacidade de planeamento e condução de operações da UE.

Almirante José Luis Urcelay VerdugoPortal Transparencia de la Adm. G. Estado

A Expal desenvolve, fabrica, integra e mantém uma gama completa de produtos, sistemas e serviços de alto desempenho para os exércitos terrestre, marítimo e aéreo, com os padrões Pecal e NATO. A empresa gere todo o ciclo de vida de munições e explosivos, operando em 60 países e possuindo onze centros de produção com mais de 1.000 profissionais altamente especializados.

Por seu turno, a Maxam é uma empresa líder global em tecnologia, especializada no design, desenvolvimento, fabricação e aplicação de materiais energéticos. A empresa fornece soluções para mineração, pedreiras e obras civis; cartuchos e pólvora para uso de caça e tiro desportivo; produtos e sistemas para o setor de defesa e segurança; e produção de matérias-primas essenciais na atividade nitro-química.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Maxam nomeia almirante José Luis Urcelay como presidente da Expal

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião