BRANDS' ECO Comércio: estará o seu negócio preparado para o futuro?

  • BRANDS' ECO
  • 6 Outubro 2020

Descubra os novos desafios e as tendências do setor do comércio e saiba como apanhar o comboio da revolução digital sem ficar para trás.

É certo que a pandemia da Covid-19 afetou as mais diversas frentes da economia mundial, mas também é verdade que o setor do Comércio e Serviços foi dos mais impactados. Se tem um negócio nesta área, deverá ter sentido que as relações tradicionais de proximidade com o cliente ficaram seriamente comprometidas.

Falamos de um setor que em muitos casos impacta as necessidades mais essenciais dos consumidores, como a alimentação ou o vestuário, e contribui com uma larga fatia para a economia nacional. O volume de negócios anual deste setor, composto por cerca de 220 mil empresas de comércio, ultrapassa os 145 mil milhões de euros, de acordo com dados recentes do INE.

O que também ficou comprovado nestes últimos tempos foi a preponderância da tecnologia na reinvenção do setor, que precisa mais do que nunca do poder da inovação para enfrentar os desafios que tem pela frente.

Pessoas e dados – os grandes desafios

Com um mundo em constante mudança, um dos desafios que terá pela frente como empresário neste setor é a alteração de comportamentos dos consumidores, nomeadamente as novas gerações. O que compram, como, onde e quando compram o seu produto ou como consomem o seu serviço mudou, em alguns casos de forma profunda.

A relação com o cliente é cada vez mais online, tanto na compra de produtos, como na pesquisa ou divulgação de campanhas de publicidade. O cliente hoje está em todo o lado e está cada vez mais informado, por via de múltiplos canais: sites, blogs, redes sociais.

O relatório “100 Dias de Pandemia – Retrato das Alterações nos Hábitos de Consumo dos Portugueses”, realizado pela SIBS, dá conta de uma queda de 50% nas compras físicas durante o confinamento, face a janeiro e fevereiro. No caso das compras digitais, a queda foi de apenas 17%.

A necessidade de processar e analisar a enorme quantidade de dados que são hoje gerados pelos consumidores, a adaptação das redes logísticas e a formação dos trabalhadores são outros desafios que as empresas de comércio e serviços enfrentam, de acordo com a Confederação Empresarial de Portugal (CIP).

As tendências inevitáveis

A economia digital está em grande expansão e nenhum setor pode ficar para trás, correndo o risco de perder competitividade e valor. “As competências digitais irão moldar o futuro da humanidade e terão impacto nas sociedades, organizações e pessoas”, refere a investigadora da Universidade Europeia Maria José Sousa, no trabalho “Investigação Recente e Tendências da Economia Digital”, para o Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia.

A ideia é reforçada por Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas e Distribuição (APED) num artigo sobre “Tendências para o futuro das empresas”, da última edição da revista Indústria, da CIP: “O investimento no digital é uma inevitabilidade e trará oportunidades com benefícios para o consumidor e para as empresas”.

No caso do setor do comércio e serviços, a tendência mais incontornável é a do comércio eletrónico (e-commerce). De acordo com o estudo da SIBS citado acima, “o peso do e-commerce no total de compras passou de 9% no período antes da pandemia, para 14% no período de maior confinamento e situa-se agora nos 11%”.

Já desenvolveu a sua loja online? As compras online estão e vão continuar a crescer em Portugal e a presença digital de um negócio terá de ir além de um site. É necessário incluir diferentes formas de o cliente adquirir produtos e serviços, com rapidez, tornando também a experiência de atendimento mais ágil, nomeadamente a digitalização de processos e burocracias.

O desenvolvimento dos negócios no setor do comércio estão dependentes da forte aposta na conectividade, na mobilidade, na segurança e, sobretudo, no contacto multicanal com os seus clientes – site, email, telefone, SMS, redes sociais.

A sustentabilidade é outra área a que nenhum setor ficará indiferente. A necessidade de as empresas contribuírem para equilibrar o ecossistema do planeta tem de seguir lado a lado com os objetivos económicos. Também aqui a digitalização assume um papel crucial, trazendo vantagens na redução do impacto ambiental. Um exemplo disso são soluções com aplicações na nuvem que garante eficiência e sustentabilidade.

Em termos de tecnologias emergentes, é preciso ficar de olho sobretudo nestas seis: a Inteligência Artificial, a Big Data e Analytics, a Internet of Things, a Realidade Aumentada e Realidade Virtual, o Mobile e os Robots e Drones. Uma (ou várias) delas irá, muito provavelmente, acelerar o seu negócio e colocá-lo um passo à frente da concorrência.

Passar a ação

Mas como fazer parte desta revolução digital e integrar todas estas mudanças rápidas a tempo de acompanhar o mercado? Os estudos indicam que essa necessidade é para ontem se o objetivo é continuar a fazer crescer o negócio.

De acordo com o Estudo Anual da Economia e da Sociedade Digital (2019), realizado pelo ACEPI e IDC, as principais barreiras à implementação de iniciativas de transformação digital nas empresas portugueses são a falta de pessoas necessárias (64%) e a falta de conhecimento sobre as novas tecnologias (36%), entre outras.

Neste sentido, um dos primeiros passos para “apanhar o barco” da digitalização deverá ser encontrar um parceiro tecnológico que o ajude a enfrentar os inúmeros desafios. Para além do conhecimento do mercado, da experiência, é importante a capacidade de oferecer soluções tecnológicas que integre várias componentes.

No caso da Altice Empresas, muitas destas soluções são adaptadas à medida das necessidades de cada cliente e incluem uma oferta diversificada, desde telecomunicações a serviços digitais.

Para os empresários do comércio, estão disponíveis, entre outras, o Smart Marketing Pack – uma ferramenta para a execução de campanhas de marketing direto, software de faturação e até uma solução de desenvolvimento de e-commerce – o Go-Online.

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