Diário de campanha. Depois do debate na tv, a conversa continuou no Twitter

  • Tiago Lopes
  • 18 Janeiro 2022

Depois de mais de 120 minutos em que os líderes dos vários partidos, com assento parlamentar, debateram uma série de temas, a discussão foi transportada para as redes sociais.

Com o avançar da pandemia de Covid-19, os partidos foram obrigados a fazer algumas alterações nas suas campanhas. É, por isso, esperado que muitas das suas ações passem por uma comunicação mais presente nas redes sociais. O ECO vai resumir diariamente até ao dia 30 de janeiro tudo o que de mais importante foi dito pelos principais intervenientes na corrida às legislativas de 2022.

Depois da TV, a conversa continuou nas redes

Os líderes dos partidos com assento parlamentar debateram esta segunda-feira na RTP1, no que foi o único frente-a-frente televisivo entre todos os nove candidatos. O debate aconteceu numa altura em que os partidos já estão na estrada a fazerem campanha e que as sondagens continuam a dar uma margem confortável a António Costa para vencer as eleições legislativas, marcadas para 30 de janeiro.

Depois de mais de 120 minutos em que os líderes dos vários partidos debateram uma série de temas, a discussão foi transportada para as redes sociais.

No Twitter, André Ventura criticou Catarina Martins por “dizer que os grandes problemas do país são culpa da direita.”

Já Inês Sousa Real, líder do PAN, escreveu uma publicação na mesma rede social onde chamava a atenção para o facto de terem estado apenas duas mulheres presentes no debate, realçando que “isso espelha a desigualdade de género que persiste e que temos de combater.”

O Livre destacou uma frase de Rui Tavares no debate de ontem entre os nove líderes partidários com assento parlamentar.

Já Cotrim Figueiredo, líder da Iniciativa Liberal, publicou no Twitter a imagem que levou para o debate e que mostrou a António Costa. “Foi este o cheque que mostrei a Costa no debate: o que uma família de 3 pessoas paga por uma companhia aérea que não usa.”

Isabel Pires, deputada do Bloco de Esquerda, escreveu que “o que leva jovens a emigrar não é a política fiscal, é mesmo a política de salários e falta de direitos”, considerando que o “discurso da IL é um insulto para uma geração que teve que lidar com os cortes da troika.”

O deputado do PCP Duarte Alves também comentou o debate desta segunda-feira. “A economia cresce 12 mil milhões; se não houver aumento de salários, esse crescimento vai direitinho para fora do país, nos dividendos dos grupos económicos.”

Mariana Mortágua apontou baterias ao Chega. “O Chega propôs “investir” no SNS, logo depois de ter escrito no seu programa eleitoral que queria acabar com o SNS e vender as escolas.”

O “Diário de campanha nas redes” é uma rubrica diária sobre os acontecimentos que estão a marcar a campanha eleitoral nas redes sociais.

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