Diário de campanha. Ventura tentou nova aproximação ao PSD, mas Rio rejeitou o “anel”

  • Tiago Lopes
  • 28 Janeiro 2022

No último dia de campanha André Ventura tentou nova aproximação a Rui Rio. No entanto, o líder do PSD não foi na cantiga. “O Chega está fora da equação”, disse o líder do PSD.

Com o avançar da pandemia de Covid19, os partidos foram obrigados a fazer algumas alterações nas suas campanhas. É, por isso, esperado que muitas das suas ações passem por uma comunicação mais presente nas redes sociais. O ECO vai resumir diariamente até ao dia 30 de janeiro tudo o que de mais importante foi dito pelos principais intervenientes na corrida às legislativas de 2022.

O último dia de campanha das eleições legislativas de 2022 fica marcado por mais um momento insólito. Desta vez o protagonista foi André Ventura que num jantar em Vila Viçosa, no distrito de Évora, arriscou-se no palco e dedicou uma canção a Rui Rio. “Anel de Rubi”, de Rui Veloso, foi a música escolhida para tentar mais uma aproximação ao líder do PSD.

Já esta sexta-feira, o social-democrata respondeu ao pedido do líder do Chega, adiantando que dispensava bem o anel do líder do Chega e a “voz de cana rachada”. “O Chega está fora da equação”, disse Rui Rio.

Mariana Mortágua disse que “se o Elon Musk vos diz que vocês são iguais a ele é porque quer pagar pela sua fortuna o mesmo que vocês pagam pelo salário que vos custa tanto a ganhar.” Carlos Guimarães Pinto, candidato pelo Porto da Iniciativa Liberal, pegou nas palavras da deputada do Bloco de Esquerda e escreveu no Twitter que se Elon Musk “fosse residente fiscal em Portugal só com os impostos que pagou em 2021 teria coberto 90% das despesas do SNS.”

Já João Cotrim de Figueiredo considera “inacreditável” que Rui Rio admita um “acordo de cavalheiros” sugerido pelo PS. “Um voto em Rio pode ir mesmo dar a Costa”, escreve o dirigente da Iniciativa Liberal.

O Bloco de Esquerda diz que “é tempo de apoiar a cultura.” “Durante a pandemia, foi a Cultura que nos trouxe conforto. Enquanto isso, a maioria dos trabalhadores da área não tinham direito a subsídios, não houve lay-off que lhes valesse e os apoios do Estado foram insuficientes”, lê-se na publicação.

O “Diário de campanha nas redes” é uma rubrica diária sobre os acontecimentos que marcaram a campanha eleitoral nas redes sociais.

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