BRANDS' ECO Gi Group lança a Grafton, uma marca para jovens profissionais

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  • 14 Setembro 2023

Com 25 anos de experiência em recursos humanos, a Gi Group Holding decidiu, agora, lançar a Grafton, uma marca dedicada ao recrutamento de perfis especializados, muitos deles jovens profissionais.

A Gi Group Holding lança a Grafton com o objetivo de encontrar perfis profissionais com enorme escassez a nível mundial. Para isso, esta nova marca conta com uma equipa especializada, que visa encontrar estes profissionais, muitos deles jovens, para os parceiros com quem trabalha.

Em entrevista ao ECO, André Salgueiro, Managing Director da área de Search & Selection da Gi Group Holding, explica qual a necessidade que levou a empresa a lançar a Grafton, o que destaca esta marca das restantes, a importância da experiência internacional da empresa para o mercado português e, ainda, as expectativas que têm para este lançamento.

Veja, abaixo, a entrevista completa.

A Gi Group Holding existe há 25 anos, com várias marcas ligadas ao setor dos recursos humanos. Por que surgiu a necessidade de lançarem a Grafton?

Com a Grafton, o objetivo da Gi Group Holding é ter uma marca dedicada ao recrutamento de perfis especializados com enorme escassez a nível mundial, onde uma equipa dedicada consiga rapidamente apoiar os parceiros a identificar estes profissionais.

O mercado de trabalho em Portugal é assente em perfis de âmbito professional e com um dinamismo altamente acelerado no recrutamento de profissionais nas fases iniciais da carreira. A maior dinâmica expectável e a complexidade na identificação e captação de talento no mercado português tornaram lógico trazer para o nosso mercado a experiência de 40 anos da marca a nível global e gerar valor acrescentado no setor do recrutamento professional em Portugal.

Em que consiste esta nova marca de recrutamento?

A Grafton está tendencialmente dedicada a recrutamento de volume em diferentes zonas do país. Podemos dar o exemplo dos Shared Services Centers, mas também de clientes que têm exigências numa identificação célere de profissionais especializados. Celeridade é, aqui, uma palavra-chave no recrutamento da marca.

Por outro lado, a Grafton assenta o seu modelo de negócio em colocar ao dispor dos clientes – para além de soluções rápidas – uma equipa especializada em trabalhar processos nestes diferentes setores de atividade para os quais volume e rapidez são essenciais.

Sendo uma marca direcionada para um segmento de profissionais especializados, muitos deles jovens profissionais, quais são os fatores diferenciadores da Grafton?

A própria equipa da Grafton é uma junção entre equipa jovem e consultores seniores com experiência em projetos de recrutamento de volume, ou seja, a nossa equipa mimetiza o mercado para o qual vai trabalhar. Achamos que começar por falar a mesma língua é um bom primeiro passo. Procuramos conhecer o nosso público-alvo, acompanhando de perto os candidatos, de forma a potenciar uma melhor experiência de recrutamento.

Para dar um exemplo, os programas de trainees serão desenvolvidos pela Grafton. Faremos, também, recrutamento de outros jovens em início de carreira que não necessariamente para programas de trainees. Em complemento, o recrutamento da Grafton pode estender-se até faixas etárias mais velhas, desde que não falemos de middle e top managers.

Para este público, vamos colocar a tónica na proximidade, no feedback constante e num modelo adaptado a necessidades dos clientes, tendo como conceito base a valorização dos talentos: o match entre o potencial dos candidatos e projetos ambiciosos e empresas de referência no mercado.

Em particular, a experiência internacional da marca, na Europa e no Brasil, aporta valor nesta entrada no mercado português?

De há uns anos a esta parte, vemos uma tendência positiva na criação de Shared Services em Portugal e esta é uma prática crescente, também no grupo, a nível mundial. Temos trabalhado em projetos internacionais que visam a melhoria do processo de recrutamento, tornando-o mais ágil, célere, mais assertivo e mais competente.

Esta troca não é exclusiva ao recrutamento professional – um recrutamento de volume –, mas é um intercâmbio que dá suporte e à-vontade às equipas na orientação para esta rapidez que o mercado português exige ao nível do recrutamento.

De novo, o mercado de trabalho em Portugal é assente em perfis de âmbito professional e com uma dinâmica muito forte. Toda a experiência acumulada nestes 40 anos de Grafton chegam agora a Portugal. E toda essa experiência é muito bem-vinda e necessária.

André Salgueiro, Managing Director da área de Search & Selection da Gi Group Holding
Qual é a equipa por detrás da marca?

Para além dos consultores com os mais variados graus de senioridade, à frente da operação teremos a Isaura Devesa, Grafton Business Manager. A Isaura tem cerca de 10 anos em recrutamento especializado e recrutamento de volume em áreas como Banking & Insurance, Finance & Accountant, Sales & Marketing e Engineering & Industry, e já participou na criação de vários Shared Services Centers e na organização de programas de trainees de grandes marcas. O elevado conhecimento que tem do mercado português, por via desse envolvimento com setores tão distintos e empresas de referência, muitas delas multinacionais, dá a garantia de termos uma operação gerida de forma próxima, experiente e conhecedora.

No meu caso, enquanto Managing Director da área de Search & Selection, no setor de RH há 15 anos, 10 dos quais no âmbito de consultoria e recrutamento e seleção especializados, vou assumir a co-liderança da Grafton, que fará parte deste ecossistema que já conta com duas marcas há alguns anos, a Wyser e a Qibit, e tem na Grafton a terceira marca.

Das especializações em que nos vamos focar, destaco a Finance & Accountant, a Banca e Seguros, a Engineering & Industry e Sales & Marketing, por serem, precisamente, setores decisivos no tecido empresarial português.

E, com o lançamento desta nova marca, como fica o posicionamento da Wyser?

O core da Wyser é o recrutamento de Middle & Top Management e o objetivo é dedicar-se exclusivamente a este recrutamento de cargos de liderança e de Direção Executiva. Sempre foi esse o seu ADN. O lançamento da Grafton em Portugal faz com que, naturalmente, a Wyser ocupe o lugar que é de origem o seu. Os nossos recrutadores de mais elevada senioridade – o perfil de recrutador Wyser – vão continuar a dar a resposta aos profissionais seniores e às empresas que os procuram. A aposta em serviços como Assessments e Consultoria vão marcar a diferença no caso da Wyser.

Quais são as expectativas que têm com a criação desta nova marca?

A Grafton tem tido um crescimento muito positivo e rápido a nível mundial nos países onde já existe e o objetivo é que em Portugal aconteça o mesmo. A falta de profissionais especializados é uma realidade global, as empresas parceiras “lutam” para recrutá-los e é aqui que consideramos que a Grafton irá trazer uma enorme mais-valia.

Temos razões para crer que faremos uma adaptação rápida no setor em Portugal e traremos um modelo diferenciador que permite conjugar rapidez nos processos de recrutamento com uma equipa dedicada e qualificada mediante a especialização funcional.

O que pode esperar o país da Gi Group Holding após o lançamento da Grafton?

Pelo track record de investimento que a Gi Group Holding tem em Portugal, pode esperar encontrar, antes de mais, um parceiro cujo objetivo é apoiar o recrutamento jovem e especializado no país, e, depois, pode, sobretudo, esperar encontrar na Gi Group Holding um ecossistema global de RH, um dos maiores players mundiais da indústria, presente em todos os verticais do setor – e, em Portugal, essa presença faz-se sentir em crescendo, como disso é testemunho o lançamento da Grafton. Ou seja, damos continuidade ao crescimento em Portugal de uma das principais referências globais no recrutamento e seleção; damos um exemplo de boas práticas e impacto positivo na experiência junto de candidatos e clientes assumindo diariamente o nosso propósito: More Than Work. É isso que Portugal pode esperar de nós.

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