Costa diz que país em 2016/2019 cresceu sete vezes mais do que nos 15 anos anteriores

  • Lusa
  • 10 Janeiro 2022

"Depois de 15 longos anos de crescimento anémico, de apenas 0,4% em média, em cada ano, a nossa economia cresceu com o meu Governo 2,8%", diz o secretário-geral do PS.

O secretário-geral do PS defendeu esta segunda-feira que a economia portuguesa cresceu “sete vez mais” entre 2016 e 2019 do que nos 15 anos anteriores a esse período e que o desemprego desceu para metade com os governos socialistas.

Estas posições constam do primeiro de uma série de vídeos que António Costa dedica esta semana ao tema do crescimento da economia e à convergência de Portugal com a União Europeia e que, como adiantou à agência Lusa o diretor de campanha do PS, Duarte Cordeiro, têm também como objetivo “desmontar a narrativa” do PSD em matéria de crescimento económico.

“Quando virámos a página da austeridade, em 2016, virámos também a página da estagnação. Depois de 15 longos anos de crescimento anémico, de apenas 0,4% em média, em cada ano, a nossa economia cresceu com o meu Governo 2,8%. Isto na média de cada ano entre 2016 e 2019. Cresceu sete vezes mais que nos 15 anos anteriores”, sustentou.

De acordo com o atual primeiro-ministro, em resultado desse crescimento verificado entre 2016 e 2019, “o desemprego desceu para metade”.

Há mais 500 mil pessoas empregadas e menos 441 mil pessoas em situação de pobreza ou exclusão social. E porque é que tivemos este crescimento? Porque gerámos confiança para as empresas investirem mais, porque as nossas empresas tornaram-se mais competitivas e aumentaram as exportações, porque recuperámos para o país a credibilidade internacional e, em consequência, as taxas de juro desceram, porque o rendimento das famílias melhorou”, advogou o secretário-geral do PS.

No vídeo agora divulgado, o líder socialista falou mesmo na existência de “um ciclo virtuoso”. “E foi assim – com esta política – que conseguimos devolver o valor das pensões que tinham sido cortadas e aumentá-las, assim como às prestações sociais, e investir no Serviço Nacional de Saúde e na escola, investir na segurança e na proteção civil, sem aumentar os impostos”, apontou depois.

António Costa defendeu ainda que, a par destes investimentos em serviços públicos, Portugal apresentou “contas certas, reforçou a sustentabilidade da Segurança Social e obteve o primeiro excedente orçamental em democracia”.

“Hoje, olhando para trás, penso que todos concordam comigo, quando podemos concluir que estas condições foram decisivas para Portugal poder responder – como respondeu – no combate à pandemia. Eu sei que este progresso está ainda aquém do que gostariam – e do que eu próprio ambiciono – e é precisamente por isso que vos digo que temos de continuar a avançar”, declarou o secretário-geral do PS na parte final da mensagem dirige aos eleitores.

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