• Entrevista por:
  • Helena Garrido

Conhecer Assunção Cristas: De Jesus Cristo a Magritte

Ao génio de Aladino pediria fé, uma família unida e a mesma alegria de viver que hoje tem.

Estávamos no fim da entrevista, na sede do CDS no Largo do Caldas, na manhã de quarta-feira, no seu gabinete. A líder do CDS já estava atrasada para um outro compromisso. A conversa tinha durado mais meia hora do que a uma hora agendada.

Respondeu a questões sobre a atualidade política, o Orçamento do próximo ano, as propostas e prioridades do CDS para as políticas públicas, o papel do Presidente da República e, sem grande aprofundamento, porque já não havia tempo, as mulheres na sociedade portuguesa. A entrevista tinha revelado uma personalidade disciplinada e concentrada nos objetivos. Nas respostas a estas perguntas para respostas que foram realmente muito rápidas elege Jesus Cristo como a personalidade histórica que mais admira. E o seu lema de vida: “Trabalhar como se tudo dependesse de mim”.

O melhor de Portugal?

Os portugueses. A forma como acolhemos todos tão bem.

O pior?

A inveja.

Qual é o país que, para si, é um símbolo? Um modelo?

Eu gosto de olhar para Portugal como símbolo. Não é modelo em tudo, mas em muitas coisas sim.

Qual é a personalidade histórica que mais admira?

Não resisto a dizer que é Jesus Cristo.

Qual a pessoa que mais a marcou profissionalmente?

O meu orientador de doutoramento, Professor Carlos Ferreira de Almeida.

A sua melhor experiência profissional?

Não tenho nenhuma. Todas são boas.

O acontecimento mais inesperado da sua vida?

Talvez os que têm a ver com a morte de familiares próximos.

Qual é a qualidade que mais aprecia?

Sentido de humor.

E o defeito?

Olho sempre mais para as coisas boas. Mas não gosto da mentira.

Livro de sonho?

Não consigo citar um. Talvez um de poesia. Vários portugueses, temos tantos e tão bons.

O seu filme?

Também são muitos. A Aurora de Murnau.

A sua música?

Tenho várias e muito diversificadas.

A obra que mais admira?

Gosto de muitas, mas há uma pintura que acho maravilhosa que é o “Império das Luzes” de Magritte.

Há um incêndio na sua casa, está sozinha, o que salva?

Fotografias.

O Génio de Aladino oferece-lhe três desejos. Quais são?

Fé até ao fim dos meus dias. Uma família unida. E o mesmo sentido de alegria que tenho.

O seu lema de vida?

Trabalhar como se tudo dependesse de mim.

  • Helena Garrido

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