A angústia do PCP perante o risco de ser comidopremium

A direção comunista precisa de muito boas razões para justificar a viabilização de um OE sobre o qual tem uma avaliação tão crítica. É o Novo Normal desta semana.

Nem o Governo estava à espera, nem Marcelo estava preparado. A súbita escalada do PCP em relação ao Orçamento do Estado (OE), ameaçando com todas as letras “votar contra” o documento (palavras que o PCP não tinha usado para os anteriores OE nestes anos de geringonça), fez o Presidente da República dar corda aos sapatos, para espalhar a mensagem de que é impensável um chumbo que implicaria eleições antecipadas e o “país parado” durante seis meses no momento crítico da retoma, e fez o Governo desdobrar-se em contactos com o PCP e o BE, e em declarações públicas de abertura à negociação. Se os piores prognósticos se concretizarem, será a primeira vez na nossa democracia que um Governo é derrubado pelo chumbo de uma proposta de Orçamento. Já houve Executivos que caíram pela rejeição de uma

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