2022, o ano do retrocessopremium

Se a inflação persistir, os Bancos Centrais terão de ser (ainda) mais agressivos e, nesse caso, a recessão é inevitável, afectando mais as acções do que as obrigações.

Desde a queda do Muro de Berlim que, com alguns altos e baixos, o mundo assistiu a um processo histórico que envolveu maior progresso, menos conflitos e maior integração económica. Embora tenhamos tido com o Brexit em 2016 e a própria eleição de Trump nesse mesmo ano sinais de que esta marcha histórica estaria em perigo, foi com a invasão da Ucrânia pela Rússia de Putin que a ingenuidade acabou. O mundo está mais polarizado, mais fragmentado e, como tal, mais volátil.Mas nem tudo são más notícias. As redes sociais tiveram o condão de obrigar mesmo os regimes mais totalitários a recuar nas suas ambições de controlo, como se viu na China com as restrições impostas à circulação das pessoas e também no Irão com o fim da polícia dos costumes (será?). No entanto, assistimos a um retrocesso

Assine para ler este artigo

Aceda às notícias premium do ECO. Torne-se assinante.
A partir de
5€
Veja todos os planos