A empresa antropomórfica: A empatia (I)premium

Não é preciso dotar as corporações de sentimentos morais que apenas as pessoas podem ter.

Acedendo a um amável convite do meu amigo Salvador da Cunha, faço parte do Conselho Consultivo do Rep Circle – um centro de conhecimento criado e promovido pela Lift Consulting, dedicado à discussão, promoção e divulgação do melhor conhecimento sobre reputação corporativa. Há um par de meses reunimos para discutir um interessante relatório sobre o que gestores pensam ser os pilares da excelência da reputação corporativa. Muitos dos pilares sugeridos, como Ambiente de Trabalho, Inovação, Sustentabilidade, Transparência foram consensuais. Talvez por destoar naquele círculo de gestores e empresários calejados, reagi como muita estranheza a dois dos pilares propostos: a empatia e o propósito. Neste artigo e no próximo tentarei pôr por escrito as razões da minha estranheza. Começarei pela

Assine para ler este artigo

Aceda às notícias premium do ECO. Torne-se assinante.
A partir de
5€
Veja todos os planos