A venda do Novo Banco não protegeu os contribuintespremium

A resolução do BES, em agosto de 2014, foi a solução menos má. O contrato de venda do Novo Banco ao fundo Lone Star é lesivo dos interesses dos contribuintes. É lesivo dos interesses do Estado.

As últimas semanas voltaram a ser marcadas pelo debate sobre o Novo Banco, sobretudo por via das audições em sede de Comissão Parlamentar de Inquérito. Não me vou deter nas audições aos grandes devedores. Em muitos casos roçaram o caricato e o burlesco. Provam como o BES foi gerido durante muitos anos: na total impunidade e fraude. Sobre a resolução, há muita discussão, mas a evidencia é que a resolução do BES, em agosto de 2014, foi a solução menos má. Sobre isso é claro o relatório final da primeira comissão parlamentar de inquérito, de 2015, que teve os votos favoráveis não apenas do PSD e CDS, à altura maioria, mas também do PS. Àqueles que criticam a resolução convém perguntar: o que teriam feito de diferente? Teriam deixado o banco falir? Ou teriam acedido ao pedido do Dr. Ricardo

Assine para ler este artigo

Aceda às notícias premium do ECO. Torne-se assinante.
A partir de
5€
Veja todos os planos