Digitais nómadaspremium

Os nómadas digitais têm a necessidade de construir uma nova relação imaginativa com o Mundo. Fernando Pessoa foi um nómada de Lisboa. Neste movimento perpétuo, onde fica então o progresso de Portugal?

Os nómadas digitais não vivem em tendas nem seguem o ritmo das estações. No flagrante falhanço dos Vistos Gold, que para além de recuperarem o centro de Lisboa e do Porto para as páginas do Financial Times, não criaram emprego, não geraram riqueza, exponenciaram a especulação imobiliária, alimentaram os cofres do Estado, venderam de caminho um destino turístico exótico em plena Europa. E de caminho, os Vistos Gold capturaram o dinheiro para um País pobre, atrasado e tornaram as grandes cidades lugares impróprios para os portugueses. Os portugueses podem ir ver as montras e ficarem seduzidos pelo internacionalismo cosmopolita. Ver ainda está isento de impostos, mas viver no centro das grandes cidades é como desejar um apartamento na Lua com vista para as musas do Tejo. Como perguntava Lord

Assine para ler este artigo

Aceda às notícias premium do ECO. Torne-se assinante.
A partir de
5€
Veja todos os planos