O mundo ganhou novos influencers? Harry e Meghan Markle. E o #sponcon.

“Bem-vindos ao #sponcon” já se escreve na imprensa internacional. Para além de príncipes, Harry e Meghan são millennials, com abertura para partilhar momentos e até emoções nas redes sociais.

Na mesma semana em que Olivia Colman recebeu o Globo de Ouro pela sua interpretação em “The Crown”, a série da Netflix que conta a história da Família Real Britânica, outras notícias chegavam ao Palácio de Buckingham: A decisão de Harry e Meghan se afastarem, de começarem a trabalhar e a viver entre o Reino Unido e a América do Norte. Depois do Brexit, o país vê-se agora com um novo desafio a que já chamam de “Megxit”…

Do Palácio veio a resposta: o assunto é complexo e terá de ser bem discutido. Mas nas redes sociais, mais propriamente na conta de Instagram oficial de Harry e Meghan a decisão parece estar tomada, de forma consciente, e veio em forma de post: “Depois de muitos meses de reflexão, escolhemos fazer uma transição este ano naquele que será o início do nosso novo papel nesta instituição. Queremos deixar de ser altos membros da família real e trabalhar para sermos financeiramente independentes, enquanto continuamos a apoiar totalmente Sua Majestade, a Rainha”. Os duques de Sussex acrescentam que vão continuar a “honrar nosso dever para com a Rainha” e revelam a vontade de lançar uma instituição de caridade. E nada melhor do que continuar visível aos olhos do mundo, para conseguir visibilidade e apoios para uma causa.

“Bem-vindos ao #sponcon” já se escreve na imprensa internacional. Para além de príncipes, Harry e Meghan são millennials, com muito maior abertura para partilhar momentos e até emoções nas redes sociais. E há no casal um enorme potencial para serem os próximos grandes influenciadores, contando já com 10,4 milhões de seguidores só no Instagram e com site próprio o sussexroyal.com onde atualizam toda a informação sobre as suas agendas e os projetos em que se envolvem. De resto, no Reino Unido “SussexRoyal” é já uma marca registada pelo casal, cobrindo territórios que vão desde livros a roupas ou atividades desportivas.

Mesmo a própria estratégia de media que utilizaram para o anúncio, segundo consultores de marketing digital, aproxima-os muito mais dos Hollywood A-listers, de onde vem Meghan Markle, do que dos anúncios formais e tradicionais da família real. “And now, your royal highnesses, meet the world of influencers” lê-se, por exemplo, no The Atlantic. Até porque, neste momento, o casal tem já pronta uma plataforma oficial, cuidadosamente gerida e com grande curadoria de conteúdos onde há interação; para além disso são jovens, bonitos, famosos e ricos… O que abre porta à discussão sobre a facilidade com que podem fazer dinheiro, se quiserem entrar na economia de influenciadores e no #sponcon, os conteúdos patrocinados e que têm por base as suas próprias marcas pessoais. Sendo que, ao contrário de muitos influencers, como é exemplo o clã Kardashian-Jenner, há uma reputação para gerir e manter, e que quer queiram ou não, se reflete diretamente na vida da Família Real.

Porque na verdade influenciadores já são, resta esperar para ver os planos e os passos seguintes do casal. Seguindo-os nas redes sociais.

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