Não gostam de “bloco central”? Chamem-lhe “konami”. Mas entendam-sepremium

O que se passou entre PS, BE e PCP foi um casamento por interesse e não por amor. Foi uma aliança de conveniência e de oportunidade. Mas os entendimentos que o país precisa são ao centro.

A forma como esta experiência governativa acaba recorda-nos porque é que estas alianças à esquerda nunca tinham sido tentadas em quase 50 anos de democracia e porque é que fez caminho o tal conceito do “arco da governação” que António Costa se orgulha de ter destruído. A evidência é que a matriz ideológica do PS é muito diferente das do PCP e Bloco de Esquerda, sobretudo quando se começam a discutir questões centrais sobre a organização e modelo económico do país. E por mais que os socialistas tentem, por oportunismo, fazer uma espargata ideológica para tentar estar, no mesmo momento, no centro esquerda e na extrema esquerda, a verdade é que a genética acaba por impor-se. O PS defende a democracia liberal e a economia social de mercado com meios de produção essencialmente privados, esteve

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