Repressão financeirapremium

Será que as inovações dos últimos anos, nomeadamente o intervencionismo associado à compra de activos financeiros, melhorou a situação?

Nos debates sobre política monetária, há cada vez mais um elefante escondido na sala chamado “repressão financeira”. Lembrei-me disto ao ler o artigo de Olivier Blanchard (“ It is time to revisit the 2% inflation target”), antigo economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), esta semana no Financial Times. No artigo, como o título indica, o autor defende a necessidade de rever em alta o referencial de actuação dos bancos centrais a fim da definição do nível das taxas de juro. Até aqui tudo bem. O problema é depois a argumentação aduzida em defesa da proposta, que se revela incompleta e na minha opinião pouco transparente também. Não é de agora que se fala na revisão em alta do referencial de inflação. O argumento benigno, em favor da medida, é a capacitação dos bancos centrais

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