Será este o futuro do e-commerce?

O mundo divide-se entre os que apostam e investem na reinvenção do retalho físico e aqueles que todos os dias procuram acrescentar tecnologia ao retalho digital.

O mundo parece dividido. E talvez seja o que mais faz sentido. Dividido – ou se preferirmos em colaboração, talvez se consiga chegar a uma experiência de compra que sirva as expectativas do consumidor de hoje, que em poucos meses, atingiram aquelas que eram as previsões do comportamento de consumo para 2030.

O mundo divide-se então entre os que apostam e investem na reinvenção do retalho físico e aqueles que todos os dias procuram acrescentar tecnologia ao retalho digital. A começar no físico, há anos que os Selfridges se reinventam enquanto marca e continuam a estar na vanguarda do shopping da capital britânica. O Project Earth, que lançaram recentemente, vem alterar a forma como consumimos e coloca a sustentabilidade no centro da estratégia. A começar no conceito “experiments, innovations and conversations” que traz para a Oxford Street uma experiência de maior proximidade – respeitando o distanciamento social naturalmente, mas onde a ideia como explicam é de “engaging with you, our community, and our teams and partners to discuss, debate and inspire positive change”.

Junta-se o desafio – já aceite por marcas como a Prada, para as marcas presentes usarem materiais mais sustentáveis nas suas coleções; e a inauguração de novas formas de compra que incluem espaços de: resale, rental, refill and repair. Sim, comprar produtos usados ou reparar um que tenhamos especial apreço já é possível dentro dos Selfridges! Todo um novo mundo que se abre no retalho tradicional…

Entretanto, no digital continuam a surgir projetos que elevam a experiência de compra dos mais tech. Nesse caminho digital a Balenciaga é uma das marcas que tem ousado experimentar num mercado de luxo onde até há pouco tempo víamos as marcas com atitudes mais conservadoras. Carina Bucspun e Ann-Britt Dittmar, cofundadoras do Trashy Muse criaram precisamente com a Balenciaga e para o projeto Speed 2.0 – a famosa linha de ténis da marca, uma experiência que pelas redes sociais já é apontada como o futuro do e-commerce. O estúdio de Berlim já nos tinha surpreendido com os seus avatares, agora apresenta uns “anéis” e tecnologia que coloca a personalização de produto nas nossas mãos e numa versão aumentada. #quemnunca? se imaginou numa experiência como esta?

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