Superar a discussão dos rankingspremium

Vinte e um anos depois, seria de esperar que o debate sobre os rankings das escolas tivesse amadurecido e não continuasse preso na dicotomia pró e contra, sem argumentos muito mais sofisticados.

Foi em Agosto de 2001 que, pela primeira vez, o jornal Público divulgou o chamado “ranking das escolas”. O Governo da altura era liderado por António Guterres, que declarara a sua paixão pela Educação. Mas, se a paixão era pública, os resultados dos exames nacionais haviam sido mantidos secretos. Em Abril, um projecto de lei do PSDtinha tentado tornar obrigatória a sua divulgação, por escola e por disciplina, mas acabou chumbado com os votos dos partidos de Esquerda. Mais sorte teve o Público: insistiu em ter acesso àquelas notas, invocando uma questão de transparência, e a Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) acabou a dar-lhe razão. Inaugurava-se assim uma tradição anual de publicação de rankings das escolas. E também uma tradição anual de polémica em torno dos

Assine para ler este artigo

Aceda às notícias premium do ECO. Torne-se assinante.
A partir de
5€
Veja todos os planos