TAP: uma mentira, um logro e a indignação trocadapremium
A nacionalização da TAP assentou numa mentira e num logro. A mentira foi a alegação de que para a salvar era obrigatório nacionalizá-la. O logro foi que o dinheiro ia ser devolvido aos contribuintes.
Se a TAP fosse um filme policial, o espectador já tinha sido conduzido a deduzir que o mistério estava resolvido sem margem para dúvidas.
Quem nos tem sido mostrado na cena do crime é a CEO da empresa, Christine Ourmières-Widener. É ela quem por lá aparece a empunhar uma arma branca e com óbvios vestígios de…
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