Ucrânia: Crónica dos Bons Malandrospremium

O Ocidente reinventou-se após a 2ª Guerra Mundial, agora que está novamente perante grandes ameaças, tem de se renovar novamente. Para isso, tem de deixar o “show-off” das admissões de candidaturas.

A Ucrânia recebeu esta semana a notícia de que foi admitida como candidata a entrar na União Europeia (UE). Repare-se: não foi admitida na organização UE, foi admitida como candidata a entrar na organização UE. O que é que isso significa? Nada, ou quase nada. Indica apenas que do lado dos países da UE contam muito as palavras e a imagem, e pouco as acções concretas. A Ucrânia é uma pequena economia, menor do que a portuguesa (mas também com menos de metade do nível de endividamento), apesar de a sua população ser 4 vezes maior. O baixo rendimento per capitada sua população (cerca de 4.000 USD) e a situação de disrupção que o país atravessa, e que vai requerer um esforço enorme de reconstrução, deveriam torná-la um membro óbvio para a UE. O problema é que para além de minérios e metais

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