Vêm aí anos de tudo ou nada na Infraestruturas de Portugalpremium

O legado de Pedro Nuno Santos estará muito mais ligado a este período da Infraestruturas de Portugal que agora começa do que à gestão dos temas aeronáuticos.

Confirmando-se a entrada de Miguel Cruz para o cargo máximo da Infraestruturas de Portugal, o Governo resolve com 18 meses de atraso o tema da sucessão de António Laranjo. Sem currículo na área e com experiência sobretudo financeira, o novo presidente da Infraestruturas de Portugal vai enfrentar um mandato de exigência máxima do lado ferroviário e que pode ser a diferença entre mais um fracasso ou uma tímida recuperação. Para trás parece ficar a promessa de dar o sinal à prioridade ferroviária logo a partir do seu presidente. Será mais fácil entender-se o tamanho da missão se entendermos os maiores desafios que a empresa enfrenta. O investimento na rede – uma necessária auditoria ao Ferrovia 2020 devia ser o ponto de lançamento dos projectos do horizonte 2030. Nunca um plano de

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