Indianos oferecem 180 milhões de euros pela farmacêutica portuguesa Generis

Indianos da Aurobindo querem comprar a farmacêutica portuguesa Generis por 180 milhões de euros. Mas há mais interessados.

A farmacêutica indiana Aurobindo está interessada na aquisição da Generis, uma farmacêutica portuguesa com sede na Amadora, por cerca de 180 milhões de euros (cerca de 200 milhões de dólares), segundo avança esta quinta-feira o jornal indiano The Economic Times.

O negócio para a compra da Generis em cima da mesa há já alguns meses, mas o grupo indiano não está sozinho na corrida porque há mais interessados na aquisição da empresa portuguesa. “O resultado final não é muito claro”, adiantou uma fonte próxima do processo ao jornal económico indiano.

O ECO tentou contactar a Generis, mas sem sucesso.

A Generis tem sede na Venda Nova, na Amadora, com presença no desenvolvimento de medicamentos genéricos na área dos anti-infecciosos, respiratórios, antidiabéticos e dermatológicos, além de prestar serviços de produção e análise na indústria farmacêutica. Segundo o Economic Times, a empresa portuguesa registou vendas de aproximadamente 54 milhões de euros (cerca de 60 milhões de dólares) em 2015.

A Aurobindo está entre as farmacêuticas indianas que pretende crescer por via da aquisição de operações internacionais. Há dois anos, a Aurobindo adquiriu o negócio europeu da Actavis, mas pretende manter expansão na Europa.

Numa apresentação recente aos investidores, a companhia indiana referiu que a baixa penetração de genéricos em Itália, Espanha e França oferece um potencial de crescimento à medida que os medicamentos considerados de marca branca começam a ganhar cada vez mais aceitação.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Indianos oferecem 180 milhões de euros pela farmacêutica portuguesa Generis

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião