Rui Vilar pode ser solução temporária para liderar a Caixa

  • ECO
  • 29 Novembro 2016

O atual vice-presidente não executivo da Caixa Geral de Depósitos poderá ficar como chairman do banco público até que seja nomeado um novo presidente executivo.

Rui Vilar poderá ser a solução imediata — e temporária — para a liderança da Caixa Geral de Depósitos (CGD), depois do vazio deixado pela demissão de António Domingues e de parte da sua equipa.

Na edição desta terça-feira, o Jornal de Negócios refere que Rui Vilar, atual vice-presidente executivo da CGD, que não apresentou demissão e que ainda está a ponderar se sai ou fica no banco público, poderá ficar como chairman da CGD, assegurando a liderança do banco até à chegada de um presidente da comissão executiva.

Paulo Macedo, Carlos Tavares ou Nuno Amado são os outros nomes que, além de Rui Vilar, estão a ser apontados para a administração da CGD, enquanto o Governo não anuncia o novo nome, o que deverá acontecer esta semana de acordo com declarações do primeiro-ministro António Costa.

Macedo é um nome que recolhe aceitação junto do Governo, embora os planos iniciais fossem que o antigo ministro da Saúde ficasse como vice-governador do Banco de Portugal.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história e às newsletters ECO Insider e Novo Normal.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Comentários ({{ total }})

Rui Vilar pode ser solução temporária para liderar a Caixa

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião