Revista de imprensa internacional

Se a economia chinesa vai abrandar o ritmo em 2017, as expectativas são diferentes no Japão: o banco central japonês prevê um aumento da taxa de juro para breve dados os sinais positivos da economia.

Lagarde foi condenada em França sem pena, mas a comissão executiva do Fundo Monetário Internacional decidiu manter o apoio à diretora-geral, não causando uma crise de sucessão na instituição. Na Inglaterra, o Lloyds Bank adquiriu uma das maiores empresas que concede crédito no país por 1,9 mil milhões de libras. As más notícias voltam a surgir nos resultados da Uber: a empresa continua a ter prejuízos de quase mil milhões de dólares, apesar de as receitas líquidas mostrarem uma evolução positiva.

The New York Times

FMI ao lado de Lagarde

O Fundo Monetário Internacional mostrou o seu apoio a Christine Lagarde, depois de a ex-ministra das Finanças francesa ter sido condenada por negligência esta segunda-feira em Paris. Os 24 diretores do fundo reuniram e decidiram que esta não é a altura para a instituição ficar sem leme. Em causa está a situação de instabilidade internacional com o avanço do populismo nos Estados Unidos da América e na Europa. Além disso, existem ainda muitos países em dificuldades financeiras. Apesar de ter sido condenada, Lagarde não terá qualquer punição, ou seja, não tem qualquer pena associada e não terá registo criminal deste veredicto.

Leia a notícia completa no The New York Times (Acesso gratuito parcial / Conteúdo em inglês)

Global Times

Economia chinesa abranda em 2017

Um think tank do Governo chinês, o Chinese Academy of Social Sciences, reviu em baixa o crescimento económico para 2017: o PIB deverá aumentar 6,5%, menos do que em 2016, ano em que se espera uma subida de 6,7%. Os especialistas chineses acreditam que a economia vai movimentar-se a um passo lento, mas com um crescimento de maior qualidade dada a estabilidade da taxa de desemprego e da inflação. De realçar que durante os três primeiros trimestres de 2016. Para 2017 os economistas chineses preveem um crescimento de 2,2% da inflação e 1,6% nos preços de produção.

Leia a notícia completa no Global Times (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

Bloomberg

Uber continua com prejuízos, mas aumenta receitas

Os resultados da Uber continuam em terreno negativo. Esta segunda-feira a Bloomberg divulgou que a empresa digital de transporte teve prejuízos de 800 milhões de dólares no terceiro trimestre, contas que não incluem as operações na China. A tendência negativa para os resultados da empresa já vem de trás: no segundo trimestre as perdas ultrapassaram os 800 milhões de dólares, a contar já com o mercado chinês. Apesar disso, as receitas líquidas estão a aumentar: de 1,1 mil milhões no segundo trimestre passou para 1,7 mil milhões de dólares no terceiro trimestre. A Bloomberg aponta para 5,5 mil milhões de dólares em receitas no ano de 2016.

Leia a notícia completa na Bloomberg (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

Reuters

Banco do Japão mais otimista mantém taxa de juro

A política monetária japonesa manteve-se estável. Apesar de reconhecer avanços positivos na economia, o banco central japonês decidiu manter a taxa de juro. Contudo, o Banco do Japão reforçou a expectativa dos mercados na direção de um aumento e não um corte na taxa. Em causa está uma perspetiva mais positiva face ao mercado asiático emergente, com uma maior procura, e também o aumento da produção de fábrica. O Banco do Japão demonstrou confiança de que a economia está a recuperar: “A economia do Japão continua a recuperar moderadamente“, afirmou a instituição japonesa em comunicado.

Leia a notícia completa na Reuters (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

Sky

Lloyds Bank compra empresa de cartões de crédito

1,9 mil milhões de libras: foi este o valor que o grupo britânico Lloyds Banking pagou para comprar o MBNA, um dos maiores emissores de cartões de crédito do Reino Unido, segundo a Sky. A proposta do Lloyds venceu, face ao interesse do Santander UK e do HSBC, e o dono, o Bank of America, vendeu. O MBNA tem ativos na ordem dos sete mil milhões de libras e uma carteira de crédito que equivale a praticamente 11% do mercado de cartões de crédito britânico. O valor da aquisição equivale a 2,26 mil milhões de euros.

Leia a notícia completa na Sky (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

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