Grupo Vila Galé faturou 170,5 milhões em 2016

  • Juliana Nogueira Santos e Lusa
  • 24 Janeiro 2017

Com 27 unidades em Portugal e no Brasil, o grupo hoteleiro registou um aumento de 21% nas suas receitas face igual período do ano anterior.

O Grupo Vila Galé obteve, em 2016, um volume total de negócios de 170,5 milhões de euros. As 20 unidades portuguesas contribuíram com 93,6 milhões de euros, mais 15% que em igual período de 2015, enquanto o negócio no Brasil atingiu os 77 milhões de euros, num aumento de 6% relativamente ao ano passado.

Num encontro com jornalistas em Lisboa, o administrador do grupo Gonçalo Rebelo de Almeida afirmou que, em Portugal, “o mercado interno continua a ser o principal do Vila Galé, representando [no ano passado] 30% em termos de quartos ocupados”, sendo os principais mercados externos são os do Reino Unido, da Alemanha e de Espanha.

Em 2016, o número de quartos ocupados nos hotéis Vila Galé em Portugal registou um aumento de 9%, atingindo os 939 mil quartos. No Brasil, o Grupo Vila Galé detém sete hotéis, que atingiram, assim, receitas totais de 261,4 milhões de reais (77 milhões de euros) em 2016, contabilizando-se 508 mil quartos ocupados, um número semelhante ao registado no ano anterior.

À parte da sazonalidade que atinge este negócio, o balanço é positivo. Tanto o administrador, como o presidente do Grupo Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, disseram, no mesmo encontro, que “tal como aconteceu no Turismo em geral”, em termos globais 2016 foi “um ano positivo” para o grupo.

Jorge Rebelo de Almeida destacou como “acontecimento do ano” o lançamento pelo Governo do Programa Revive. “Já falava disto há anos. Acho-o um programa extraordinário”, disse o presidente do Grupo Vila Galé, considerando que este não só “melhora a imagem de Portugal” como “vai fomentar mais o negócio” do Turismo em geral.

Já em termos de expectativas para este ano, Gonçalo Ribeiro diz que “a tendência” demonstrada nos primeiros dias do ano é de crescimento. “As perspetivas são globalmente positivas. Estamos com mais 7% a 8% de reservas do que estávamos há um ano”, concluiu.

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