Crossfit, pilates, ioga,… Ginásios de 5,5 a 120 euros

  • ECO
  • 7 Janeiro 2018

A sua resolução de Ano Novo é ficar em forma? A oferta é muita, a variedade de preços ainda maior. Para não ficar baralhado, o ECO reuniu as ofertas e campanhas, em várias modalidades e ginásios.

Depois das filhoses, rabanadas e fatias incontáveis de bolo-rei, vêm os quilos, as resoluções de Ano Novo e… o treino. Janeiro é um mês alto no que toca ao número de inscrições em ginásios, boxes de Crossfit e estúdios de ioga e pilates, por todo o país. “É um mês de regresso”, disse ao ECO fonte do Solinca. “[O aumento] está diretamente ligado aos excessos cometidos em dezembro“, conta uma representante do Fitness Hut.

Do ginásio à corrida de rua, o que não faltam são opções para cumprir a resolução de ficar em forma.Pixabay

Se jurou a si próprio, ao bater das 12 badaladas e à luz do fogo de artifício, que 2018 será o ano em que ficará em forma, há boas notícias para si: qualquer que seja o seu orçamento, oferta não falta.ginásios, em horário reduzido, por 5,50 euros semanais e aulas de ioga três vezes por semana a 25 euros. Praticar Crossfit, por outro lado, fica, em média, a 65 euros (por três aulas semanais) e experimentar pilates com máquinas pode chegar aos 120 euros mensais.

Não desanime se qualquer um desses valores lhe parece incompatível com as suas possibilidades. Para quem quer gastar zero, há grupos de corrida com treinos variados.

Para que realize o seu desejo sem sabotar o seu orçamento, o ECO reuniu abaixo múltiplas opções, nas mais variadas modalidades desportivas e com os mais díspares preços. Fique atento aos fatores diferenciadores de cada oferta e aproveite as campanhas especiais que indicamos.

Há ginásios para todos os gostos e bolsos.Holmes Place

Vamos ao ginásio?

Uma nota de cinco euros e uma moeda de 50 cêntimos. É o mínimo que precisa para se exercitar todos os dias da semana, num ginásio, se assim lhe apetecer. Ginásios há muitos, poderia dizer o Vasquinho de Anatomia, e os preços, esses, não param de variar.

Imagine que quer exercitar-se três vezes por semana: pode tanto fazê-lo por 5,50 euros semanais como por 99,90 euros mensais, ambos em horário reduzido. O acesso ao horário total faz levedar os preços, que passam, nesse caso, também a implicar outros serviços diferenciados.

No Solinca, pode treinar todos os dias e a qualquer hora por 9,99 euros por semana — valor que inclui ainda o acesso a banho turco, sauna, jacuzzi e piscina. Os membros têm também de pagar uma joia de 40 euros.

Além deste pacote, a cadeia de ginásios detida pela Sonae está a oferecer, até 25 de fevereiro, a possibilidade de frequentar qualquer um dos 20 clubes por 49,90 euros mensais, dos quais 24,95 passam para o Cartão Continente. Neste caso, os sócios têm apenas acesso a um treino por dia nos seguintes horários: das 07h00 às 10h00; das 14h00 às 17h00; das 21h00 às 23h00.

Ao ECO um representante da equipa comercial do ginásio confirmou que janeiro é o mês em que se regista um “boom” das inscrições: “são as resoluções”, realça. Ao longo do ano, a taxa de retenção dos sócios mantém-se alta, até porque em ambas as situações mencionadas, o cliente está sujeito a um período de fidelização de um ano.

Os serviços adicionais mais luxuosos, como o SPA (massagens e drenagens) e o acesso ao personal training, são pagos à parte.

Apostamos na qualidade das instalações e dos serviços, e gostamos que os nossos sócios sintam que estão em família.

Elizabete Agostinho

Marketing Assistant no Holmes Place

Até 26 de janeiro e porque o Fitness Hut faz sete anos, a inscrição no ginásio fica por sete euros. O custo semanal é também de sete euros, não exige compromisso e dá acesso ao horário total, aulas virtuais, balneários, áreas sociais, aulas de grupo, quatro consultas de nutrição (uma a cada três meses), utilização de um clube e sete vouchers para amigos.

Além desta campanha especial, o Fitness Hut oferece regularmente dois pacotes distintos: o mais barato (que fica por 5,50 euros por semana, com compromisso, ou 6,60 euros por semana, sem compromisso) inclui acesso em horário reduzido ao ginásio, às aulas virtuais, aos balneários e às áreas sociais; o mais caro (que fica por 8,80 euros por semana, com compromisso, ou 11 euros por semana, sem compromisso) permite ao sócio desfrutar do horário total, aulas virtuais e de grupo, balneários e áreas sociais, quatro consultas de nutrição (uma a cada três meses), águas vitaminadas (duas por dia) e utilização de todos os 27 clubes da rede.

Desde o início da nossa atividade que temos as duas hipóteses: horário total e horário reduzido“, garantiu ao ECO a responsável pela equipa de marketing do ginásio. A mesma fonte enfatizou que em janeiro há sempre um pico de inscrições, o que está ligado às resoluções do Ano Novo e aos “excessos cometidos no Natal e final de ano”.

Dos 5 aos 100 euros. Ginásios têm preços para todos os orçamentos.Holmes Place

“O início do ano é tradicionalmente um período em que as pessoas decidem mudar os seus hábitos”, começou a representante da equipa de marketing do Holmes Place ouvida pelo ECO. Ainda que janeiro seja uma das alturas mais altas em termos de inscrições, há cada vez mais interessados a conhecer os clubes ao longo do ano, reforçou a mesma fonte.

No Holmes Place, o pacote mais acessível custa 49,90 euros e inclui acesso ao ginásio em horário parcial (apenas off peak, isto é, das 07h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00), às aulas (algumas em ambiente aquático), à piscina e aos serviços de personal training, nutrição, fisioterapia e SPA.

Já a hipótese que tem o custo mais elevado fica a 99,90 euros por mês (sem fidelização) e permite o acesso a todos os clubes da rede Holmes Place (mesmo os platinum) em horário total. Os membros que optem por esta modalidade têm acesso a todos os serviços já referidos e a uma maior liberdade para treinar. “[Apostamos] na qualidade das instalações e dos serviços, e gostamos que os nossos sócios sintam que estão em família“, acrescentou o ginásio.

O Holmes Place reforçou ainda que oferece aulas de grupo exclusivas (como a de reeducação postural, uma novidade na cadeia) e, ainda este ano, passará a disponibilizar aulas de 15 minutos, que “permitem aos sócios com horários mais complicados atingirem os seus objetivos de fitness“.

Crossfit é uma das modalidades de fitness de crescimento mais rápido do mundo.Pixabay

Crossfit. Adere à tendência?

Considerado pelo presidente da Reebok, Matt O’Toole, a modalidade de fitness de “crescimento mais rápido do mundo”, o Crossfit é um regime de exercícios que mistura ginástica, corrida, pesos, máquinas de remos, calistenia e pliometria. Praticar a modalidade criada, no início do século, por Greg Glassman, em Portugal, custa em média 65 euros todos os meses (por três aulas por semana).

“Janeiro e setembro são os meses altos”, explicou ao ECO fonte do Crossfit Oriente Alvalade. No início de cada ano, as inscrições sobem motivadas por essa resolução de Ano Novo tão popular que é ficar em forma e o espírito desse regime acaba por convencer os participantes a ficarem nos 11 meses seguintes.

O primeiro mês em que treinar três vezes por semana no Crossfit Oniria terá de desembolsar 40 euros, valor ao qual acresce o pagamento obrigatório do seguro (que custa 15 euros). Depois dessa experiência, os preços sobem: 50 euros para duas aulas por semana; 60 euros (com contrato anual) ou 70 euros (com contrato mensal) por três aulas por semana. Se quiser ter livre-trânsito, isto é, treinar quantas vezes quiser e quando lhe apetecer, poderá aderir ao pacote que custa entre 70 e 85 euros e não exige qualquer compromisso.

Dezembro é sempre o mês mais fraco e janeiro aquele em que mais inscrições se registam.

Crossfit Oniria

“Dezembro é sempre o mês mais fraco e janeiro aquele em que mais inscrições se registam”, esclareceu ao ECO fonte do estabelecimento em causa. Regra geral, quem experimenta a modalidade rende-se aos seus encantos, garante. “Gostam do espírito. Começam a integrar-se na equipa”, adianta a mesma representante.

Treinar no Crossfit XXI custa entre 50 (por duas aulas por semana) e 70 euros mensais (por livre-trânsito). Para ter acesso a três aulas semanais, terá de pagar 60€ por mês mas, caso seja estudante ou trabalhe em alguma das empresas que têm protocolos com este estabelecimento, pode ver esses preços reduzidos. Para esses casos, há manhãs em regime livre por 40 euros e tardes com as mesmas condições por 60 euros.

Ao fim do primeiro mês já se nota uma diferença na performance do atleta“, avançou ao ECO o responsável pelo Crossfit XXI, que refere que, nesta modalidade, os resultados não se medem pelos efeitos estéticos, mas pelo desempenho do participante nos vários exercícios.

No Crossfit Alvalade Oriente, o cliente experimenta a modalidade e só depois conhece os diferentes pacotes a que pode ter acesso. Em média, para três treinos semanais, o custo ronda os 65 euros mensais.

Segundo fonte do estabelecimento, há maior afluência de interessados em janeiro e depois do verão.

Yoga pode ser um complemento do treino.Pixay

Quem quer ser um yogi?

Para os que assentaram ‘ficar em forma’ na sua lista de resoluções para 2018, pilates e ioga podem ser boas práticas para complementar o trabalho feito no ginásio. “O ioga é uma modalidade relaxante e faz um trabalho respiratório adicional”, revelou ao ECO fonte do Flow Studio. Já o pilates “promove o alinhamento muscular”, acrescentou. Os preços, esses, são muitos e completamente díspares: há aulas de ioga a 10 euros por mês (por uma vez por semana) e aulas de pilates com máquinas que roçam os 200 euros mensais.

O pilates é um complemento ao ginásio e à musculação para trabalhar todo o corpo.

Flow Studio

Ioga lowcost. É esse o serviço que o Yoga to Go oferece. As aulas acontecem em três estabelecimentos de ensino superior — Instituto Superior Técnico, ISCTE-IUL e ISEL — mas são abertas a qualquer interessado, mesmo que não seja estudante. Três aulas semanais custam, por mês, 25 euros (ou 20 para sócios das Associações de Estudantes das instituições referidas). O pacote mais em conta inclui apenas uma aula por semana e custa 15 euros (10 para sócios).

“Em janeiro, há um decréscimo do número de estudantes que participam, porque é época de exames, mas vêm outras pessoas”, contou ao ECO o representante do serviço. Para quem quiser experimentar esta modalidade sozinho ou acompanhado por amigos, o Yoga to Go dinamiza aulas particulares, cujo preço base ronda os 20 euros.

Ioga e pilates são ótimos complementos ao restante trabalho. Há aulas em estúdios e nos próprios ginásios.Holmes Place

Turmas pequenas, atendimento personalizado, equipamento diferenciado. É isso que promete o Flow Studio. Os preços variam entre os 35 e os 120 euros mensais consoante a frequência e a modalidade (pilates chão, pilates com máquinas e ioga).

“A modalidade mais popular [pilates chão] custa 90 euros mensais por três vezes por semana”, revelou ao ECO a representante do estúdio. O preço mais elevado corresponde às aulas de pilates com máquinas. “O pilates é um complemento ao ginásio e à musculação para trabalhar todo o corpo”, sublinhou a mesma fonte. E o ioga? “É uma atividade relaxante, que faz um trabalho respiratório adicional”, acrescenta.

Corrida pode sair-lhe (quase) a custo zero.Pixabay

Corra, leitor, corra

Correr com os excessos do fim do ano, com os quilos acumulados e com a rotina… uma das maneiras mais simples de pôr em prática a resolução que fez ao som das 12 badaladas é ir para a rua correr. Para aqueles que estão interessados em ter companhia durante essa atividade, há grupos de atletas prontos a recebê-los a custo zero. Se abrir os cordões à bolsa é uma opção para si, há também serviços que o ajudam com a técnica de corrida e maximização do treino: os preços variam entre os 15 e os 50 euros.

Quando fazemos atividades em grupo, temos uma sensação de compromisso, amizade e superação que dificilmente encontramos a correr sozinhos.

Bruno Claro

Correr Lisboa

Este grupo fundado em 2013 impõe como únicos requisitos para a participação a vontade de correr e conhecer gente, a boa disposição e o equipamento adequado. A adesão varia entre os 2 e os 200 corredores.

Os atletas do Correr na cidade exercitam-se no campo e na cidade: “ultimamente, temos organizado treinos com partida no Cais do Sodré, Monsanto e Sintra“, esclareceu ao ECO um membro do grupo. Participar nestas corridas é gratuito e garante “motivação e diversão”.

Há cinco anos que este grupo se reúne várias vezes por semana para correr. “Em média, temos 500 participantes, nos treinos semanais“, explicou ao ECO um representante do Correr Lisboa.

Os treinos são gratuitos e acontecem às terças-feiras (na Cidade Universitária, em Lisboa, pelas 19h15), às quartas-feiras (em Odivelas, às 19h30 e às 20h30), às quintas-feiras (no Parque das Nações, em Lisboa, pelas 19h30) e aos sábados (no Parque das Nações, pelas 8h30). Ao fim de semana, o encontro é dedicado à preparação para longas distâncias.

O Correr Lisboa está aberto aos que já correm com frequência e aos que querem começar a fazê-lo. “Quando fazemos atividades em grupo, temos uma sensação de compromisso, amizade e superação que dificilmente encontramos a correr sozinhos”, adiantou a mesma fonte, que refere que março e abril são os meses mais fortes (em janeiro, os corredores fogem da chuva e do frio).

Ate os atacadores dos sapatos de corrida e concretize a sua resolução.

O Belém Runners é para quem quer não só correr em grupo, como também ter acesso a um treino mais personalizado. A equipa de atletismo do Belenenses está aberta a todos os interessados e pretende fomentar a prática regular da corrida e da caminhada. A participação nos treinos (que acontecem de acordo com a disponibilidade dos atletas) está sujeita ao pagamento de uma quota mensal de 15 euros, à qual acresce a quota de sócio do clube (no valor de 2,50 euros).

Segundo explicou ao ECO a equipa, há um plano de treino adaptado à aptidão e forma física do atleta, acesso aos balneários e ao ginásio do estádio do Restelo, gestão das inscrições em provas e levantamento de dorsais e acesso a um massagista e fisioterapeuta a preços especiais. Tudo isto acaba por permitir “ter disciplina de treino e evolução”, assinalou o mesmo representante.

As corridas acontecem no estádio do Restelo e, ao fim de semana, em Monsanto e na zona ribeirinha lisboeta. Os Belém Runners apontam a primavera e o fim do verão como épocas altas de afluência de atletas e descartam um eventual pico gerado pelas resoluções de ano novo.

Apoiar e educar os atletas. É esse o objetivo do No limit runners, um serviço que fornece conselhos sobre a melhor forma de correr, treinar, recuperar em casa e até comer. O preço-base é 50 euros por mês, valor que inclui uma consulta de nutrição (com avaliação e plano alimentar), duas massagens de 30 minutos com um osteopata e duas sessões de treino acompanhado para verificar a postura e a técnica do clientes.

Depois da fase inicial, o atleta pode dispensar alguns dos serviços do pacote descrito acima, reduzindo o preço. Nesses casos, o valor a pagar passa a refletir apenas o que o cliente usa. Do mesmo modo, se desejar mais massagens ou treinos acompanhados verá o preço final aumentar.

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António Costa

Publisher do ECO

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